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	<title>Arquivo de capital de giro - BHub</title>
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	<title>Arquivo de capital de giro - BHub</title>
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		<title>Fluxo de caixa projetado: como evitar surpresas no caixa</title>
		<link>https://bhub.com/post/fluxo-de-caixa-projetado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Elza Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[capital de giro]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de caixa PME]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[projeção financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fluxo de caixa projetado é a ferramenta que separa empresas que crescem com segurança das que crescem e ficam sem dinheiro ao mesmo tempo. Se você já se perguntou por que o faturamento sobe mas o caixa não acompanha, a resposta quase sempre está na ausência de uma projeção financeira estruturada. A confusão entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O fluxo de caixa projetado é a ferramenta que separa empresas que crescem com segurança das que crescem e ficam sem dinheiro ao mesmo tempo. Se você já se perguntou por que o faturamento sobe mas o caixa não acompanha, a resposta quase sempre está na ausência de uma projeção financeira estruturada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A confusão entre saldo em conta e saúde financeira é um dos erros mais comuns entre donos de pequenas e médias empresas. Ter dinheiro na conta hoje não significa que haverá dinheiro para pagar a folha no dia 5. Portanto, entender o que o caixa vai fazer nos próximos 30, 60 e 90 dias é tão importante quanto entender o que ele fez no mês passado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, você vai entender a diferença entre fluxo projetado e realizado, por que as PMEs erram na conta e como estruturar uma projeção que funciona na prática, não apenas no papel.</span></p>
<h2><b>O que é fluxo de caixa projetado e por que ele importa</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O fluxo de caixa projetado é o mapeamento antecipado de todas as entradas e saídas previstas para um período futuro. Assim, ele funciona como um radar financeiro: mostra o que está vindo antes que chegue. O fluxo realizado, por outro lado, registra o que já aconteceu, como um retrovisor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A distinção entre os dois é fundamental. Empresas que operam apenas com o fluxo realizado tomam decisões com base no passado. Portanto, contratam quando o caixa está cheio, compram estoque quando o dinheiro entrou e investem quando o movimento está bom. O problema é que o passado não garante o futuro, especialmente em empresas com ciclos de recebimento longos ou sazonalidade marcada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o fluxo de caixa projetado, o gestor consegue antecipar apertos, identificar janelas de caixa folgado e tomar decisões de crédito, investimento e contratação com base em dados reais, não em intuição.</span></p>
<h3><b>Projeção de caixa vs orçamento anual: qual a diferença</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O orçamento anual é o planejamento macro de receitas e despesas para o ano. Já a projeção de caixa é operacional: mapeia semana a semana ou dia a dia o que entra e o que sai da conta. Portanto, os dois se complementam, mas não se substituem. Uma empresa pode ter um orçamento anual equilibrado e passar por um mês com caixa negativo por um desalinhamento de prazos de recebimento e pagamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o orçamento é feito uma vez por ano e revisado esporadicamente. A projeção de caixa precisa ser atualizada toda semana, porque ela reflete a realidade operacional do negócio em movimento.</span></p>
<h2><b>Por que a maioria das PMEs erra no fluxo de caixa projetado</b></h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-8549 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-2.png" alt="Fluxo de caixa projetado com documentos financeiros organizados em mesa de escritório." width="1535" height="1024" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-2.png 1535w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-2-300x200.png 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-2-1024x683.png 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-2-768x512.png 768w" sizes="(max-width: 1535px) 100vw, 1535px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro erro é confundir faturamento com recebimento. Uma venda feita hoje com pagamento em 60 dias aparece como receita no DRE, mas não está disponível no caixa agora. Portanto, empresas que projetam o caixa com base no faturamento emitido cometem um erro que se acumula ao longo dos meses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo erro é não considerar os compromissos já assumidos. Fornecedores negociados com prazo, parcelas de financiamento, 13º proporcional e encargos trabalhistas são obrigações que já existem, mesmo que o vencimento ainda não chegou. Assim, uma projeção que ignora esses compromissos apresenta um caixa inflado que não corresponde à realidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O terceiro erro, e talvez o mais crítico, é projetar com otimismo. Inadimplência, atrasos de clientes e imprevistos operacionais são estatisticamente certos ao longo do ano. Por isso, uma projeção conservadora, com margens de segurança e cenários de atraso, é mais útil do que uma projeção perfeita que nunca se materializa.</span></p>
<p><span class="T286Pc" data-sfc-cp="" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);">&#x1f517; </span><em>Vale a pena conferir:</em> <a href="https://bhub.com/post/sua-empresa-precisa-bpo-financeiro/">Sua empresa precisa de BPO financeiro? Faça este diagnóstico</a></p>
<div class="Fsg96" data-sfc-cp="" data-sfc-root="ep" data-sfc-cb="" data-sfc-inited="2" data-copy-service-computed-style="font-family: &quot;Google Sans&quot;, Arial, sans-serif; font-size: 16px; font-weight: 400; margin: 0px; text-decoration: none; border-bottom: 0px rgb(10, 10, 10);"><!--TgQPHd||[]--></div>
<h3><b>O impacto direto no capital de giro</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O capital de giro é o dinheiro que mantém a operação funcionando entre o momento em que a empresa paga seus fornecedores e o momento em que recebe dos clientes. Portanto, quanto maior o gap entre pagar e receber, maior a necessidade de capital de giro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma projeção de caixa bem feita identifica exatamente quando esse gap vai se ampliar. Dessa forma, o gestor pode agir antes: negociar prazos de pagamento com fornecedores, antecipar recebíveis ou contratar uma linha de crédito antes da necessidade, quando as condições são melhores.</span></p>
<h2><b>Como estruturar uma projeção de caixa que funciona</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O ponto de partida é mapear todas as entradas previstas: contratos ativos com datas de recebimento, histórico de inadimplência por faixa de prazo e sazonalidade do negócio. Em seguida, mapeiam-se todos os compromissos: folha de pagamento, encargos, fornecedores, aluguéis, financiamentos e obrigações fiscais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diferença entre entradas e saídas em cada período revela os momentos de aperto e os momentos de folga. Além disso, a comparação semanal entre o projetado e o realizado transforma a projeção em uma ferramenta de aprendizado: cada desvio explica o que precisa ser ajustado no próximo ciclo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, a projeção precisa ter um responsável e uma frequência de atualização. Sem isso, ela se torna um documento estático que perde a utilidade rapidamente.</span></p>
<h2><b>Perguntas frequentes sobre fluxo de caixa projetado</b></h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-8550 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-3.png" alt="Fluxo de caixa projetado em rede financeira digital com linhas luminosas." width="1672" height="941" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-3.png 1672w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-3-300x169.png 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-3-1024x576.png 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-3-768x432.png 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/Fluxo-de-caixa-projetado-3-1536x864.png 1536w" sizes="(max-width: 1672px) 100vw, 1672px" /></p>
<p><b>P: Com que frequência devo atualizar a projeção de caixa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">R: A atualização ideal é semanal para empresas com ciclo operacional curto e quinzenal para negócios com contratos mensais. O importante é que a projeção reflita sempre a realidade mais recente, incorporando novos contratos, atrasos confirmados e despesas surgidas.</span></p>
<p><b>P: Qual é a diferença entre projeção de caixa e DRE?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">R: O DRE registra receitas e despesas pelo regime de competência, ou seja, quando o fato ocorre, independentemente do pagamento. A projeção de caixa opera pelo regime de caixa: registra quando o dinheiro efetivamente entra ou sai da conta. Uma empresa pode ter lucro no DRE e caixa negativo ao mesmo tempo.</span></p>
<p><b>P: Qual é o horizonte ideal de uma projeção de caixa para PMEs?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">R: O mínimo recomendado é 90 dias à frente. Empresas com ciclos de venda mais longos ou sazonalidade marcada devem projetar 6 meses. Projeções anuais são úteis para planejamento estratégico, mas perdem precisão operacional a partir do terceiro mês.</span></p>
<p><b>P: É possível fazer uma boa projeção de caixa sem software especializado?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">R: Sim, para empresas pequenas, uma planilha estruturada funciona bem desde que atualizada com disciplina. No entanto, a partir do momento em que a empresa tem múltiplos contratos, fontes de receita e centros de custo, um software de gestão financeira reduz erros e economiza tempo.</span></p>
<p><b>P: Como a inadimplência de clientes deve ser tratada na projeção?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">R: O ideal é aplicar um percentual de inadimplência baseado no histórico real da empresa sobre cada faixa de prazo de recebimento. Assim, em vez de projetar 100% do valor faturado, projeta-se 90% ou 85%, dependendo do perfil da carteira. Essa provisão torna a projeção mais confiável.</span></p>
<h2><b>Controle de caixa como base para decisões estratégicas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas que dominam o fluxo de caixa projetado tomam decisões melhores porque partem de dados reais, não de percepções. Assim, a contratação de um colaborador, a compra de um equipamento ou a participação em uma licitação passam a ser avaliadas com base no impacto real no caixa, não apenas na intuição do gestor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, o fluxo projetado é o principal argumento em uma negociação bancária. Bancos concedem crédito com mais facilidade e a melhores taxas para empresas que chegam com uma projeção de caixa estruturada, porque ela demonstra previsibilidade e capacidade de pagamento. Por isso, a projeção deixa de ser apenas uma ferramenta interna e passa a ser um ativo estratégico na relação com instituições financeiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se sua empresa ainda não tem uma projeção de caixa estruturada, ou se a projeção existe mas ninguém a acompanha com regularidade, esse é o momento de mudar. <a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=site">Fale com nossos especialistas</a> e entenda como o BPO Financeiro da BHub pode organizar o fluxo financeiro da sua empresa com a profundidade que o crescimento exige.</span></p>
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		<title>Split Payment 2027: prepare sua empresa antes do prazo</title>
		<link>https://bhub.com/post/split-payment-2027-prepare-sua-empresa-antes-do-prazo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[capital de giro]]></category>
		<category><![CDATA[CBS e IBS]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo de caixa]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[split payment]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Split Payment 2027 vai mudar a forma como as empresas brasileiras recebem e gerenciam seu dinheiro. Imagine que, a partir do ano que vem, toda vez que um cliente pagar uma nota fiscal por Pix ou boleto, uma parte do valor caia diretamente na conta do governo, sem passar pela conta empresarial. Essa não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O Split Payment 2027 vai mudar a forma como as empresas brasileiras recebem e gerenciam seu dinheiro. Imagine que, a partir do ano que vem, toda vez que um cliente pagar uma nota fiscal por Pix ou boleto, uma parte do valor caia diretamente na conta do governo, sem passar pela conta empresarial.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Essa não é uma hipótese futurista. É exatamente o que o Split Payment vai fazer a partir de 2027, como parte da Reforma Tributária brasileira.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, para a maioria das empresas, essa mudança vai afetar o fluxo de caixa de forma significativa. Além disso, o prazo para tomar decisões estratégicas é agora: setembro e outubro de 2026 são os meses em que as empresas precisam definir como vão operar dentro do novo modelo tributário a partir de janeiro de 2027.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O que é o Split Payment 2027?</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Split Payment é um mecanismo de recolhimento automático de tributos no momento da transação financeira. Na prática, funciona assim:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quando seu cliente paga uma nota fiscal, o sistema bancário, integrado à Receita Federal, identifica automaticamente o valor correspondente ao IBS e à CBS embutido naquela transação e repassa diretamente ao fisco, antes de o dinheiro chegar à sua conta.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em seguida, o valor líquido, após o desconto dos tributos, entra na conta da empresa vendedora.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Portanto, o Split Payment elimina o ciclo atual em que a empresa recebe o valor bruto, guarda o imposto e faz o recolhimento posteriormente via guia. Com o split, o tributo entra no momento do pagamento.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Por que o Split Payment 2027 muda o jogo para o seu caixa</h3>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-7910 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-scaled.jpg" alt="Gestor financeiro analisa relatório de fluxo de caixa com gráficos ao fundo em escritório" width="4560" height="2606" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-300x171.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-1024x585.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-768x439.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-1536x878.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-2048x1170.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">No modelo atual, existe um intervalo entre o recebimento do valor do cliente e o pagamento do imposto ao governo. Esse intervalo, mesmo que de algumas semanas, permite que as empresas mantenham o caixa girando.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Com o Split Payment, esse intervalo desaparece. O imposto sai no momento do pagamento e a empresa nunca chega a ter aquele dinheiro disponível.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, para setores com margens apertadas ou alto volume de operações, o impacto no capital de giro pode ser expressivo. Empresas que dependem de recursos de curto prazo para pagar fornecedores, salários ou custos operacionais precisam recalcular seu ciclo financeiro.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Além disso, os créditos tributários, que antes serviam para abatimento imediato, só podem ser aproveitados após a confirmação do pagamento do tributo pelo fornecedor. Dessa forma, uma defasagem temporária no aproveitamento de créditos pode afetar diretamente a margem.</p>
<p><em><span class="emoji x1rg5ohu x16dsc37 x19la9d6 x1fc57z9 x6ikm8r x10wlt62 x19co3pv x11tp94h xw4jnvo x1qx5ct2 xfibh0p xiy17q3 x1xsqp64 x1lkfr7t xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl"><span class="xrtxmta x1bhl96m">&#x1f517;Você também pode se interessar <a href="https://bhub.com/post/reforma-tributaria-impacto-diferente-empresas/" target="_blank" rel="noopener">Reforma Tributária: o impacto será diferente para cada negócio</a></span></span></em></p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Cronograma do Split Payment: o que já acontece e o que vem a seguir</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>2026: ano de testes e decisões</strong></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O ano de testes da Reforma já está em curso, com alíquotas simbólicas de 0,9% (CBS) e 0,1% (IBS) nos campos das notas fiscais. Ainda não há recolhimento efetivo, mas os sistemas precisam estar adaptados.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Além disso, entre setembro e outubro de 2026, as empresas devem comunicar à Receita Federal em qual modelo tributário vão operar a partir de 2027. Esse é o prazo mais crítico para o qual sua empresa precisa estar preparada.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>2027: Split Payment entra em vigor</strong></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O recolhimento automático começa efetivamente para operações por Pix, boleto bancário e transferências eletrônicas. A implementação acontece em fases, com meios de pagamento mais complexos, como cartões, entrando posteriormente.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>2033: transição completa</strong></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O sistema tributário antigo, com PIS, COFINS, ICMS e ISS, encerra e o novo modelo com IBS e CBS opera em plena vigência.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Quais empresas o Split Payment 2027 impacta mais</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O impacto varia conforme o perfil da operação. No entanto, alguns setores merecem atenção redobrada:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Comércio varejista:</strong> alto volume de transações por Pix e boleto significa que o split acontece em praticamente todas as operações desde o primeiro dia.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Distribuidores e atacadistas:</strong> margens apertadas e ciclo financeiro longo tornam o impacto no capital de giro mais sensível.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Prestadores de serviço:</strong> além do impacto no caixa, o setor de serviços já sai em desvantagem na Reforma porque perde regimes cumulativos sem ganhar créditos proporcionais.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Empresas com alto volume de compras de fornecedores informais: os créditos de IBS e CBS só entram se o fornecedor recolheu o tributo corretamente. Portanto, quem compra de fornecedores irregulares perde crédito.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O que sua empresa precisa fazer ainda em 2026 por causa do Split Payment</h3>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">1. Revisar o fluxo de caixa com o novo modelo em mente</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7918 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses.jpg" alt="" width="4240" height="2832" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses.jpg 4240w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses-300x200.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses-1024x684.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses-768x513.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses-1536x1026.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses-2048x1368.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4240px) 100vw, 4240px" /></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Simule como ficará sua posição de caixa quando os tributos saírem no ato do recebimento. Em seguida, identifique os meses de maior vulnerabilidade e ajuste limites de crédito e prazo de pagamento a fornecedores se necessário.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">2. Verificar se os sistemas fiscais estão prontos</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Seu sistema de emissão de notas fiscais precisa estar adaptado para destacar IBS e CBS nas alíquotas corretas. Afinal, em 2026, isso já é obrigação no período de testes.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">3. Mapear a cadeia de fornecedores</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Se uma parcela relevante dos fornecedores for informal ou estiver fora do novo sistema, a empresa perde créditos que contava aproveitar. Por isso, esse mapeamento precisa acontecer agora.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">4. Escolher o modelo de tributação até setembro de 2026</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Receita Federal exige que as empresas formalizem sua opção de modelo tributário para 2027 até o final de outubro de 2026. Portanto, não tomar essa decisão equivale a entrar automaticamente em um modelo padrão que pode não ser o mais vantajoso.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">5. Consultar um especialista em Reforma Tributária</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Reforma é complexa demais para gestão por conta própria. Além disso, a leitura de uma lei complementar de centenas de artigos não é suficiente: é preciso análise aplicada ao contexto específico da sua empresa.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Split Payment 2027: quem se prepara agora atravessa a transição com controle</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O Split Payment não é uma ameaça para quem se prepara. Pelo contrário, é uma mudança significativa no modelo de recolhimento tributário brasileiro, e empresas que entendem seu impacto e tomam as decisões certas agora atravessam a transição com muito mais tranquilidade.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por outro lado, para as que deixarem para a última hora, o risco é real: caixa comprometido, créditos perdidos e inadequação ao novo sistema desde o primeiro dia de vigência.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, o prazo crítico para as decisões de 2027 é setembro e outubro de 2026, e ele está mais perto do que parece.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A BHub tem uma equipe especializada em Consultoria de Reforma Tributária que analisa o impacto do Split Payment no seu negócio e define com você o melhor caminho para a transição.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=site" target="_blank" rel="noopener">Agende uma conversa com a BHub antes que o prazo feche.</a></p>
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