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	<title>Arquivo de lucro real - BHub</title>
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	<description>Contabilidade</description>
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	<title>Arquivo de lucro real - BHub</title>
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	<item>
		<title>Holding familiar: proteja seu patrimônio e pague menos imposto</title>
		<link>https://bhub.com/post/holding-familiar-patrimonio-impostos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 14:05:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[empresário brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[governança familiar]]></category>
		<category><![CDATA[holding familiar]]></category>
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		<category><![CDATA[sucessão empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você trabalhou anos para construir o que tem. Para muitos donos de PME, a holding familiar é a ferramenta mais eficiente para proteger esse patrimônio de forma estruturada. Mas quando foi a última vez que você pensou nisso de verdade? Na prática, muitos empresários passam décadas acumulando bens, expandindo negócios e gerando empregos. No entanto, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Você trabalhou anos para construir o que tem. Para muitos donos de PME, a holding familiar é a ferramenta mais eficiente para proteger esse patrimônio de forma estruturada. Mas quando foi a última vez que você pensou nisso de verdade?</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Na prática, muitos empresários passam décadas acumulando bens, expandindo negócios e gerando empregos. No entanto, só descobrem tarde demais que uma reorganização societária simples poderia ter economizado centenas de milhares de reais em impostos, além de evitar conflitos familiares e processos judiciais na hora de passar o bastão.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, a holding familiar é uma estrutura cada vez mais utilizada por empresários brasileiros que querem proteger o que construíram, pagar menos imposto dentro da lei e garantir que a sucessão aconteça de forma planejada e tranquila.</p>
<h2><strong>O que é uma holding familiar?</strong></h2>
<p>Uma holding familiar é uma empresa criada especificamente para ser proprietária dos bens e participações societárias de uma família empresária. Ou seja, em vez de os bens ficarem no nome das pessoas físicas, eles passam a pertencer à holding, que é controlada pelos membros da família conforme regras definidas em contrato.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem dois tipos principais:</span></p>
<p><b>Holding patrimonial:</b><span style="font-weight: 400;"> criada para concentrar e proteger os bens da família, como imóveis, investimentos e participações em outras empresas.</span></p>
<p><b>Holding operacional:</b><span style="font-weight: 400;"> estruturada para controlar as atividades empresariais e facilitar a gestão de múltiplos negócios sob uma mesma estrutura de controle.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, muitas famílias usam as duas estruturas de forma complementar, com uma holding patrimonial acima de uma ou mais holdings operacionais.</span></p>
<h2><strong>Por que criar uma holding familiar? Os 4 principais benefícios</strong></h2>
<h3><strong>1. Proteção do patrimônio contra riscos empresariais</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quando os bens da família estão no nome das pessoas físicas, eles ficam expostos a dívidas, processos judiciais e outras eventualidades dos negócios. Por isso, com a holding, os ativos ficam separados da operação. Assim, se uma das empresas do grupo enfrentar problemas financeiros, o patrimônio familiar pode ser preservado.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Esse isolamento jurídico não é uma brecha legal. Pelo contrário, é uma prática regulamentada e amplamente utilizada no Brasil por empresários de todos os tamanhos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-7370 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-scaled.jpg" alt="" width="4560" height="3040" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-300x200.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-1024x683.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-768x512.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-1536x1024.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<h3><strong>2. Redução da carga tributária</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Este é, provavelmente, o benefício que mais chama atenção. E com razão.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quando uma pessoa física recebe aluguéis de imóveis, paga até 27,5% de Imposto de Renda. Por outro lado, quando a mesma renda passa por uma holding tributada no Lucro Presumido, a alíquota efetiva pode cair para algo entre 11% e 14%, dependendo da atividade.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Portanto, a diferença pode representar economia expressiva ao longo dos anos, sem nenhuma irregularidade. O planejamento tributário feito por uma holding é totalmente legal e cada vez mais comum entre empresários que buscam eficiência fiscal.</p>
<h3><strong>3. Planejamento sucessório sem inventário</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O inventário é um processo lento, caro e muitas vezes conflituoso. Dependendo do volume de bens, pode levar anos e consumir até 20% do patrimônio em custos judiciais e tributários.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em contraste, com uma holding familiar bem estruturada, a sucessão acontece de forma muito mais simples. As cotas da holding são distribuídas em vida para os herdeiros, com cláusulas de impenhorabilidade, incomunicabilidade e usufruto que garantem ao fundador o controle enquanto ele desejar. Dessa forma, quando chegar a hora, não há inventário, os herdeiros já são cotistas.</p>
<p><span class="emoji x1rg5ohu x16dsc37 x19la9d6 x1fc57z9 x6ikm8r x10wlt62 x19co3pv x11tp94h xw4jnvo x1qx5ct2 xfibh0p xiy17q3 x1xsqp64 x1lkfr7t xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl"><span class="xrtxmta x1bhl96m">&#x1f517;</span></span>Você pode ler mais sobre esse assunto em <a href="https://bhub.com/post/planejamento-sucessorio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Planejamento sucessório: patrimônio protegido, família em paz</strong></a></p>
<h3><strong>4. Centralização e organização da gestão patrimonial</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A holding permite que todos os bens da família sejam geridos a partir de um único CNPJ, com contabilidade centralizada, distribuição de lucros organizada e regras claras de governança. Isso é especialmente útil quando há múltiplos sócios ou quando os filhos começa a entrar nos negócios.</span></p>
<h2><strong>Holding familiar tem desvantagem?</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, e é importante ser honesto a respeito.</span></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A criação e manutenção de uma holding tem custo. Por exemplo, há despesas com abertura, registro em cartório, escrituração contábil, declarações fiscais e honorários de profissionais especializados. Portanto, para quem tem um patrimônio pequeno ou pouca complexidade societária, o custo pode não compensar o benefício no curto prazo.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, a decisão de criar uma holding precisa ser precedida por uma análise concreta do patrimônio atual, dos planos de sucessão e da estrutura tributária da família. Não existe resposta genérica para isso.</p>
<h2><strong>Quando faz sentido criar uma holding familiar?</strong></h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-7893 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-scaled.jpg" alt="" width="4560" height="2566" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-300x169.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-1024x576.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-768x432.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-1536x864.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como regra geral, a holding começa a fazer sentido quando há:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Patrimônio imobiliário ou financeiro relevante em nome de pessoas físicas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Múltiplos negócios sob controle familiar</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Intenção de planejar a sucessão sem depender de inventário</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Renda passiva (aluguéis, dividendos) tributada de forma ineficiente na pessoa física</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sócios com participações em mais de uma empresa</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você se identifica com dois ou mais desses pontos, já vale a pena conversar com um especialista.</span></p>
<h2><strong>Como estruturar uma holding na prática</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação de uma holding envolve etapas jurídicas, contábeis e tributárias. De forma resumida, o processo passa por:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Diagnóstico patrimonial:</b><span style="font-weight: 400;"> levantamento de todos os bens, participações e passivos da família</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Definição do tipo de holding</b><span style="font-weight: 400;"> mais adequado ao perfil</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Escolha do regime tributário:</b><span style="font-weight: 400;"> Lucro Presumido ou Lucro Real, dependendo da estrutura de receitas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Redação do contrato social</b><span style="font-weight: 400;"> com cláusulas de proteção patrimonial e governança familiar</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Integralização dos bens:</b><span style="font-weight: 400;"> transferência dos ativos para a holding com análise do impacto tributário da operação</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Doação de cotas com reserva de usufruto</b><span style="font-weight: 400;"> para os herdeiros, quando aplicável</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada etapa precisa ser conduzida por profissionais especializados em planejamento societário e tributário. Erros nessa fase podem gerar passivos fiscais ou anular os benefícios da estrutura.</span></p>
<h2><strong>Holding familiar: o melhor momento para agir é agora</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A holding familiar não é um recurso exclusivo de grandes fortunas. É uma ferramenta de organização, proteção e eficiência tributária acessível a qualquer empresário que tenha construído algum patrimônio e queira preservá-lo com inteligência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O melhor momento para criar uma holding é antes de precisar dela, antes do processo de inventário, antes do conflito entre herdeiros, antes da fiscalização que poderia ter sido evitada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A BHub tem uma equipe especializada em planejamento societário e consultoria tributária que pode fazer o diagnóstico do seu caso e indicar se e como uma holding faz sentido para a sua realidade.</span></p>
<p><b><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=site" target="_blank" rel="noopener">Fale com um especialista da BHub</a> e dê o primeiro passo para proteger o que você construiu.</b></p>
<p><strong>BHub | Referência Nacional em Contabilidade e BPO Financeiro</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Leis de incentivo fiscal: o que são e como elas podem ser estratégicas para a sua empresa</title>
		<link>https://bhub.com/post/leis-de-incentivo-fiscal-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marketing BHub]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compliance & Regulações]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As leis de incentivo fiscal são instrumentos estratégicos que permitem que empresas destinem parte dos seus tributos para apoiar projetos sociais, culturais, esportivos e de saúde, sem aumento de custos. Além de um benefício fiscal, elas representam uma oportunidade concreta de alinhar o investimento social privado à estratégia de um negócio, gerando impacto positivo e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="7083" class="elementor elementor-7083" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span style="font-weight: 400;">As leis de incentivo fiscal são instrumentos estratégicos que permitem que empresas destinem parte dos seus tributos para apoiar projetos sociais, culturais, esportivos e de saúde, sem aumento de custos. Além de um benefício fiscal, elas representam uma oportunidade concreta de alinhar o investimento social privado à estratégia de um negócio, gerando impacto positivo e fortalecendo a agenda ESG.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Para ajudar nossos clientes e seguidores a entender como aproveitar esses mecanismos na prática, a BHub firmou uma parceria com a Incentiv &#8211; a maior plataforma em soluções para Leis de Incentivo de Renúncia Fiscal no Brasil. O objetivo dessa conexão é ampliar o acesso de nossos clientes e parceiros a conteúdos relevantes sobre oportunidades que muitas empresas ainda deixam de aproveitar por falta de informação ou estrutura adequada.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, os especialistas da Incentiv explicam como funcionam as leis de incentivo fiscal, e mostra como sua empresa pode transformar uma obrigação fiscal em investimentos, sem gastar a mais do orçamento e gerando benefícios tanto para o negócio quanto para a comunidade.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Essencialmente, essas leis permitem que pessoas físicas e jurídicas destinem uma parcela do imposto que já seria pago ao governo para apoiar projetos previamente aprovados pelo poder público. Na prática, isso significa que, em vez de recolher 100% dos tributos, empresas podem direcionar uma porcentagem para iniciativas que promovem transformação social.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Esses instrumentos de fomento fiscal existem em diferentes níveis governamentais, ampliando as possibilidades de atuação das empresas. As leis se dividem em três esferas: Federal, Estadual e Municipal, o que permite às empresas estruturar uma estratégia de investimento social mais abrangente e territorializada, combinando diferentes incentivos conforme seus objetivos, presença geográfica e prioridades de impacto.</span></p><h2><b>Lei Rouanet </b></h2><p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://incentiv.me/blog/2026/03/13/instrucao-normativa-minc-no-29-2026/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">Lei de Incentivo à Cultura</span></a><span style="font-weight: 400;"> permite que empresas destinem parte do Imposto de Renda devido para o apoio a projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura. É um dos mecanismos mais conhecidos e abrange iniciativas como espetáculos, exposições, festivais, patrimônio cultural e formação artística.</span></p><h2><b>Lei de Incentivo ao Esporte</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Possibilita o direcionamento de parte do IR para projetos esportivos e paradesportivos, promovendo inclusão social, saúde e desenvolvimento por meio do esporte, tanto em iniciativas educacionais quanto de alto rendimento.</span></p><h2><b>Lei de Incentivo à Reciclagem</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Permite que empresas destinem parte do Imposto de Renda para projetos voltados à cadeia da reciclagem, promovendo inclusão de cooperativas, gestão de resíduos e economia circular. Além do impacto ambiental, a </span><a href="https://incentiv.me/blog/2024/07/18/lei-de-incentivo-a-reciclagem/"><span style="font-weight: 400;">Lei de Incentivo à Reciclagem </span></a><span style="font-weight: 400;">fortalece a geração de renda e contribui para as metas ESG.</span></p><h2><b>Fundo da Infância e Adolescência</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://incentiv.me/blog/2021/10/28/fundo-da-infancia-e-adolescencia-5-pontos-importantes/"><span style="font-weight: 400;">FIA</span></a><span style="font-weight: 400;"> viabiliza a destinação de recursos para fundos que financiam projetos voltados à proteção, desenvolvimento e garantia de direitos de crianças e adolescentes, com gestão realizada por conselhos municipais, estaduais ou nacionais.</span></p><h2><b>Fundo do Idoso</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://incentiv.me/blog/2025/11/17/fundo-do-idoso-o-que-e-e-como-funciona/"><span style="font-weight: 400;">Fundo da Pessoa Idosa</span></a><span style="font-weight: 400;">  possibilita o apoio a iniciativas que promovem a qualidade de vida, autonomia e direitos da população idosa, com recursos destinados a fundos geridos por conselhos específicos.</span></p><h2><b>PRONAS E PRONON</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://incentiv.me/blog/2025/11/18/pronas-e-pronon-como-empresas-podem-usar-o-incentivo-fiscal-para-a-saude/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência </span></a><span style="font-weight: 400;">possibilita o investimento em projetos que ampliam e qualificam o atendimento à pessoa com deficiência, incluindo reabilitação, prevenção e inclusão social.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Já o Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica é voltado ao apoio a projetos voltados à prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, além de ações de pesquisa e capacitação na área oncológica.</span></p><h2><b>PROMAC</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Na cidade de São Paulo, o </span><a href="https://incentiv.me/blog/2026/04/01/promac-2026-confira-as-principais-mudancas/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais</span></a><span style="font-weight: 400;"> tem foco em ISS e IPTU, incentivando projetos que impactam diretamente a comunidade local com foco em iniciativas culturais com alto potencial de impacto.</span></p><h1><b>Quem pode utilizar?</b></h1><p><span style="font-weight: 400;">De forma geral, podem utilizar as leis de incentivo:</span></p><ul><li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Empresas tributadas pelo Lucro Real – as principais beneficiárias dos mecanismos federais e podem destinar até uma porcentagem do Imposto de Renda devido (como até 9% do IRPJ em alguns casos, considerando diferentes mecanismos);</span></li><li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Empresas tributadas pelo Lucro Presumido ou Simples Nacional – possuem acesso mais restrito, mas ainda podem participar por meio de leis estaduais e municipais, dependendo da regulamentação local;</span></li><li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pessoas físicas – também podem destinar parte do seu Imposto de Renda para projetos incentivados.</span></li></ul><h1><b>Por que as empresas estão apostando no impacto dos impostos?</b></h1><p><span style="font-weight: 400;">O uso das leis de incentivo tem evoluído de uma ação pontual para uma prática estratégica dentro das empresas, especialmente quando o assunto é </span><a href="https://incentiv.me/blog/2025/07/09/por-onde-comecar-5-passos-para-empresas-iniciarem-o-investimento-social-privado-com-proposito/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">investimento social privado</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://incentiv.me/blog/2025/05/26/leis-de-incentivo-e-esg/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">diretrizes ESG</span></a><span style="font-weight: 400;">. Entre os principais motivos estão:</span></p><h2><b>Otimização fiscal inteligente</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Proporciona o direcionamento de parte dos impostos devidos da empresa para projetos sociais, culturais e esportivos, transformando uma obrigação fiscal em investimento com retorno reputacional e de impacto com planejamento, previsibilidade e conformidade.</span></p><h2><b>Fortalecimento da marca</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Ao associar sua imagem a iniciativas de impacto positivo, o negócio amplia sua reputação institucional, reforça seu posicionamento e gera valor percebido junto a clientes, parceiros e à sociedade.</span></p><h2><b>Engajamento de colaboradores</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Projetos incentivados, especialmente quando conectados ao território da empresa, aumentam o senso de pertencimento e orgulho dos colaboradores, que passam a enxergar de forma concreta o impacto gerado pela organização.</span></p><h2><b>Atuação territorial</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">As leis permitem investir diretamente nas regiões onde a empresa está presente, fortalecendo o relacionamento com a comunidade local, contribuindo para o desenvolvimento do entorno e gerando impacto mais tangível.</span></p><h2><b>Alinhamento com ESG</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O uso estruturado das leis de incentivo contribui diretamente para as agendas ambiental, social e de governança, apoiando metas e </span><a href="https://incentiv.me/blog/2025/05/26/leis-de-incentivo-e-esg/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">indicadores ESG</span></a><span style="font-weight: 400;"> com iniciativas rastreáveis, mensuráveis e alinhadas à estratégia do negócio.</span></p><h1><b>Mais do que Renúncia Fiscal, estratégia</b></h1><p><span style="font-weight: 400;">Quando bem estruturadas, as leis de incentivo deixam de ser apenas um benefício fiscal e passam a integrar o planejamento do negócio. Com apoio de uma </span><a href="http://app.incentiv.live?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV%20?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV%20?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV%20?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV%20?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">plataforma de investimento</span></a><span style="font-weight: 400;"> e ferramentas de </span><a href="https://incentiv.me/blog/2026/01/07/editais-e-chamadas-incentiv/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">editais e chamadas</span></a><span style="font-weight: 400;">, empresas apostam na previsibilidade, governança e inteligência na hora da tomada de decisão.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="http://incentiv.me?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">Incentiv</span></a><span style="font-weight: 400;"> é a parceira estratégica que conecta empresas a projetos de impacto por meio de uma plataforma completa de gestão de investimento social incentivado. Com tecnologia exclusiva, curadoria qualificada e acompanhamento em todas as etapas, a Incentiv simplifica a jornada e garante segurança, compliance e monitoramento de resultados. </span></p><p><span style="font-weight: 400;">Mais do que destinar recursos, trata-se de direcionar impacto e fortalecer a agenda ESG, gerando valor institucional e ampliando o investimento social privado.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Quer entender como aplicar as leis de incentivo de forma estratégica na sua empresa? </span></p><p><span style="font-weight: 400;">Simule agora o potencial de investimento com a </span><a href="http://app.incentiv.live?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">Calculadora de Potencial da Incentiv</span></a><span style="font-weight: 400;"> e tenha uma estimativa precisa, ágil e conectada aos dados do seu negócio.</span></p>								</div>
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		<title>Reforma Tributária e Lucro Real: o que muda na prática para a sua empresa</title>
		<link>https://bhub.com/post/reforma-tributaria-lucro-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patricia Caparra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[lucro real]]></category>
		<category><![CDATA[regime tributario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária já está em vigor, e para empresas no Lucro Real, o momento exige análise, planejamento e ação, porque as mudanças que estão chegando afetam diretamente a forma como sua empresa apura tributos, precifica produtos e gerencia contratos. Atualmente, esse regime já concentra algumas das obrigações tributárias mais complexas do Brasil. Com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Reforma Tributária já está em vigor, e para empresas no Lucro Real, o momento exige análise, planejamento e ação, porque as mudanças que estão chegando afetam diretamente a forma como sua empresa apura tributos, precifica produtos e gerencia contratos.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Atualmente, esse regime já concentra algumas das obrigações tributárias mais complexas do Brasil. Com a Reforma, essa complexidade não desaparece, porém muda. E o período de transição, que vai de 2026 a 2032, exige que sua empresa opere com dois sistemas tributários ao mesmo tempo.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Neste artigo, explicamos o que muda na prática, quais são os pontos de maior atenção e o que sua empresa pode começar a fazer agora.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>O que é a Reforma Tributária, em resumo</strong></h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em 2023, o Brasil aprovou uma das mudanças mais significativas do seu sistema fiscal em décadas. A Reforma Tributária substitui cinco tributos &#8211; PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS &#8211; por dois novos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Além deles, passa a existir o IS (Imposto Seletivo), voltado a produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A transição, no entanto, não acontece de uma vez. O período de convivência entre o sistema atual e o novo vai de 2026 a 2032, com o encerramento completo do modelo antigo previsto para 2033. Isso significa que o impacto chega gradualmente. Tendo isso em vista, as decisões tomadas hoje têm grande peso estratégico.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Para entender o cenário completo, vale conferir nosso <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://bhub.com/post/reforma-tributaria-como-preparar-sua-empresa/">guia completo da Reforma Tributária</a>.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>Por que a Reforma Tributária no Lucro Real exige atenção especial</strong></h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Empresas no Lucro Real costumam ter maior volume de operações, mais fornecedores, mais produtos e, consequentemente, mais variáveis envolvidas na transição. Além disso, são elas que mais utilizam o regime não cumulativo de PIS e Cofins, que representa a parte do sistema que vai mudar com mais profundidade.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O resultado é uma combinação desafiadora: o Lucro Real é o regime que mais tem a ganhar com a Reforma, graças à ampliação do sistema de créditos. Mas também é o que mais tem a perder se a transição for conduzida sem planejamento.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A seguir, veja os principais pontos que merecem atenção.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>5 pontos críticos da Reforma Tributária para empresas no Lucro Real</strong></h2>
<h3 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold"><strong>1. Aproveitamento de créditos</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">No sistema atual, aproveitar créditos de PIS e Cofins no regime não cumulativo é uma tarefa que exige controle rigoroso. Com o IBS e a CBS, a lógica muda: em teoria, qualquer insumo usado na cadeia produtiva passa a gerar crédito, o que representa uma oportunidade relevante para empresas no Lucro Real.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O desafio, porém, está no período de transição. Durante anos, sua empresa precisará controlar créditos de dois sistemas simultaneamente, com regras que coexistem e nem sempre se alinham. Sem estrutura para isso, o risco é perder créditos a que se tem direito ou, em sentido contrário, registrar créditos indevidos e responder por isso no futuro.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold"><strong>2. Revisão de precificação</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A carga tributária efetiva pode mudar para cima ou para baixo dependendo do setor, do perfil de fornecedores e do destino das vendas. Empresas que não revisarem sua precificação ao longo da transição correm o risco de trabalhar com margens distorcidas e, em segmentos mais competitivos, esse tipo de erro compromete o posicionamento no mercado.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold"><strong>3. Operações interestaduais</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O ICMS sempre foi um ponto sensível para quem opera em múltiplos estados. Com a unificação no IBS, a tributação passa a ser no destino e não mais na origem. Essa mudança altera a dinâmica de competição entre empresas de diferentes localizações e pode impactar diretamente o planejamento logístico e comercial.</p>
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>4. Contratos de longo prazo</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Contratos fechados com base na carga tributária atual podem não refletir a realidade que se desenha para os próximos anos. A transição tem potencial de alterar o custo real das operações, e acordos que não previram esse cenário podem se tornar deficitários ao longo do tempo. Vale lembrar que o impacto da Reforma também se estende ao capital de giro. Entenda como <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://bhub.com/post/capital-de-giro-nas-empresas-impacto-ibs-cbs/">IBS e CBS afetam o fluxo de caixa das empresas</a>.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold"><strong>5. Benefícios fiscais e regimes especiais</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Vários benefícios fiscais estaduais e federais têm prazo de validade dentro da Reforma. Entender quais deles afetam a operação da sua empresa e quando expiram é parte essencial do planejamento tributário. Quem depende de incentivos fiscais para manter a competitividade precisa saber exatamente até quando esses benefícios existem e o que muda depois.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>O que acontece durante a transição (2026–2032)</strong></h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Durante sete anos, sua empresa vai operar com dois sistemas tributários em paralelo. Na prática, isso envolve emitir documentos fiscais contemplando os dois modelos, manter controles separados para créditos de tributos antigos e novos, lidar com fornecedores em estágios diferentes de adaptação e garantir que os sistemas de ERP e gestão fiscal estejam atualizados conforme as novas exigências.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Vale destacar que, segundo dados da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), mais de 80% das empresas no Lucro Real e no Lucro Presumido ainda não finalizaram as parametrizações necessárias nos sistemas de NF-e para atender às exigências em vigor desde janeiro de 2026. A maior parte do mercado ainda está atrasada e isso pode trazer consequências na exposição a riscos fiscais.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>O que fazer agora: planejamento tributário para o Lucro Real</strong></h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Reforma Tributária não é um problema de 2033. As decisões tomadas hoje sobre precificação, contratos e estrutura operacional vão determinar o tamanho do impacto que a transição terá no seu negócio. Por isso, algumas ações já deveriam estar em andamento.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O primeiro passo é mapear a carga tributária atual e simular o cenário pós-Reforma. Sem esse diagnóstico, qualquer decisão se apoia em premissas que podem não se confirmar. Em paralelo, é importante revisar contratos de longo prazo com cláusulas tributárias &#8211; especialmente aqueles fechados antes de 2023, que provavelmente não contemplam o novo cenário.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Também faz parte desse processo avaliar o impacto nos créditos de PIS/Cofins e a equivalência no novo sistema, verificar benefícios fiscais vigentes e seus prazos de encerramento, e garantir que o ERP e os sistemas de gestão fiscal estejam sendo atualizados. A parametrização correta dos novos tributos já é obrigatória para emissão de NF-e e empresas que ainda não concluíram esse processo estão expostas a riscos.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>Prepare sua empresa antes que a transição chegue até você</strong></h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Reforma Tributária já começou. Quanto antes sua empresa mapear os impactos, mais tempo terá para tomar decisões estratégicas. A BHub tem um time pronto para analisar esse impacto no seu negócio. Garanta que a contabilidade da sua empresa estará correta.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=artigo-reforma-tributária-lucro-real&amp;utm_campaign=blog-reforma-tributaria&amp;utm_term=blog-reforma&amp;utm_content=lp-cliente">Fale com um especialista da BHub</a> e entenda o que muda para o seu negócio.</strong></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>&#x1f50e; Observação institucional</strong></h2>
<p>Este conteúdo reflete o entendimento da legislação vigente no momento da publicação e pode sofrer alterações. Portanto, em caso de dúvidas, procure um profissional contábil de sua confiança ou fale com nossos especialistas.</p>
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