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	<description>Contabilidade</description>
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		<title>Reforma Tributária: os prazos da transição já estão em andamento</title>
		<link>https://bhub.com/post/reforma-tributaria-prazos-transicao-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 18:37:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[CBS e IBS]]></category>
		<category><![CDATA[compliance fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[empresário brasileiro]]></category>
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		<category><![CDATA[PME pequenas e médias empresas]]></category>
		<category><![CDATA[transição tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária não é mais uma mudança no horizonte. Ela já começou, e os primeiros prazos concretos estão correndo agora. Desde janeiro de 2026, todas as empresas passaram a emitir notas fiscais com CBS e IBS destacados. As alíquotas são informativas, e é necessário o correto preenchimento no documento para que não haja cobrança [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://bhub.com/post/reforma-tributaria-prazos-transicao-2026/">Reforma Tributária: os prazos da transição já estão em andamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://bhub.com">BHub</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma Tributária não é mais uma mudança no horizonte. Ela já começou, e os primeiros prazos concretos estão correndo agora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde janeiro de 2026, todas as empresas passaram a emitir notas fiscais com CBS e IBS destacados. As alíquotas</span><span style="font-weight: 400;"><strong> são informativas, e é necessário o correto preenchimento no documento para que não haja cobrança ou penalidade</strong>, s</span><span style="font-weight: 400;">endo assim,  o registro já é obrigatório, os sistemas precisam estar atualizados e, a partir de agosto, as notas emitidas fora do padrão serão rejeitadas pela SEFAZ.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, não é mais questão de quando se preparar. É questão de quanto sua empresa já fez e o que ainda precisa resolver antes que os prazos fechem.</span></p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O calendário real da Reforma Tributária em 2026</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma Tributária substitui cinco tributos &#8211; PIS, COFINS, ICMS, ISS . &#8211; por dois: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços, federal) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços, estadual e municipal). O IPI fica zerado para alguns produtos, e para produtos considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, passa a incidir o Imposto Seletivo. O modelo é estruturalmente mais simples. Porém, a transição exige atenção redobrada porque já está acontecendo na prática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2026, as alíquotas de CBS e IBS são simbólicas, 0,9% e 0,1% respectivamente. Ainda assim, os documentos fiscais já precisam registrar essas informações. Segundo o Comitê Gestor do IBS, 55% das notas emitidas nos primeiros meses de 2026 já trazem o destaque correto dos novos tributos. Os outros 45%, portanto, estão em desacordo com o novo padrão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cobrança efetiva da CBS começa em 2027 e a do IBS em 2029. Mas agosto de 2026 é o primeiro marco punitivo: a partir do dia 1 , notas incorretas serão rejeitadas. Assim, o período de adaptação sem penalidade está se encerrando.</span></p>
<h3><b>Ações operacionais: o que resolver antes de agosto de 2026</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Este bloco é urgente. As ações abaixo precisam estar concluídas antes de agosto, não depois.</span></p>
<h4><b>1. Adequação do ERP e do sistema emissor de notas fiscais</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de 1 de agosto de 2026, as notas fiscais eletrônicas &#8211; NF-e, NFC-e, CT-e e NFS-e &#8211; precisam conter os campos de IBS e CBS corretamente preenchidos. Notas fora do padrão serão rejeitadas pela SEFAZ no momento da transmissão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, o primeiro passo é contatar o fornecedor do seu ERP ou sistema emissor e confirmar se a atualização já está disponível. Se não estiver, o prazo para resolver é agora, não em julho.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-7877 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/entrepreneur-working-with-bills-3-scaled.jpg" alt="Empresário analisando documentos fiscais em mesa de escritório com notebook aberto, representando a adequação à Reforma Tributária 2026" width="4560" height="3040" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/entrepreneur-working-with-bills-3-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/entrepreneur-working-with-bills-3-300x200.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/entrepreneur-working-with-bills-3-1024x683.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/entrepreneur-working-with-bills-3-768x512.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/entrepreneur-working-with-bills-3-1536x1024.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/entrepreneur-working-with-bills-3-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<h4><b>2. Notas de Débito e Notas de Crédito na Reforma Tributária</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma cria novos modelos de documentos fiscais para situações específicas. Além disso, ela exige que sua equipe conheça as novas regras de emissão e que os fluxos internos estejam ajustados antes de agosto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Nota Fiscal de Débito entra em casos como recebimento de juros e multa, antecipação de valores e perda de estoque. Já a Nota Fiscal de Crédito se aplica em situações como recusa ou não entrega de mercadoria, quantidade incorreta de itens ou tributo informado a maior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, cada um desses cenários exige sistema atualizado, equipe treinada e processo definido.</span></p>
<h4><b>3. Novos eventos fiscais de IBS e CBS</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Além dos documentos, a Reforma implementa novos eventos fiscais: registros específicos para ajustes operacionais como identificação de mercadoria não entregue, ajustes de operações e regularização fiscal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, oriente sua equipe fiscal sobre esses eventos e verifique se o sistema já está preparado para registrá-los corretamente.</span></p>
<h3><b>Reforma Tributária: ações estratégicas até 31 de dezembro de 2026</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As ações operacionais garantem que sua empresa não seja penalizada em agosto. As ações estratégicas, por outro lado, definem se sua empresa vai aproveitar as oportunidades que o novo sistema cria ou apenas sobreviver à transição.</span></p>
<h4><b>1. Recomposição dos preços de venda</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma Tributária altera significativamente a formação de preços. Com o IBS e a CBS visíveis na nota, o consumidor passa a enxergar o imposto separado do produto. Isso muda a percepção de custo e exige uma comunicação clara com clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é fundamental revisar margens, recalcular preços com base na nova carga tributária e reavaliar cláusulas tributárias nos contratos comerciais. Além disso, planejar como comunicar eventuais ajustes ao mercado antes que a cobrança efetiva comece é parte essencial desse processo.</span></p>
<h4><b>2. Alinhamento com fornecedores</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Os impactos da Reforma Tributária não ficam só na ponta da venda, eles chegam também pela cadeia de compras. Os custos de aquisição serão afetados pela nova tributação dos fornecedores, o que pode gerar reajustes de preço e mudanças na composição dos valores praticados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, iniciar esse alinhamento ainda em 2026, antes da cobrança efetiva, coloca sua empresa em posição de negociação mais favorável.</span></p>
<h4><b>3. Reforma Tributária e empresas do Lucro Presumido</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Para empresas no Lucro Presumido, uma das mudanças mais relevantes da Reforma Tributária é que as aquisições passarão a gerar créditos de IBS e CBS, algo que não existe na lógica atual do PIS/COFINS cumulativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, é necessário mapear as operações de compra, analisar os impactos financeiros e revisar estrategicamente a tributação. Há oportunidade real de redução de carga. No entanto, ela precisa ser planejada com antecedência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, empresas do Lucro Presumido que comercializam mercadorias têm uma obrigação específica e não podem ignorar: o levantamento de estoque em dezembro de 2026. Esse levantamento é obrigatório e serve para fins de crédito presumido na transição para o novo regime, ou seja, garante que sua empresa não pague imposto duas vezes sobre mercadorias adquiridas antes da virada do sistema. Quanto antes o mapeamento das operações começar, mais organizado e preciso será esse levantamento.</span></p>
<h4><b>4. Reforma Tributária e empresas do Lucro Real</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Para empresas no Lucro Real, a Reforma amplia as possibilidades de aproveitamento de créditos tributários. A lógica do PIS/COFINS não cumulativo, que já permitia créditos, mas com restrições, dá lugar a uma estrutura de não cumulatividade plena.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é importante revisar a estrutura de créditos atual, reavaliar processos fiscais e identificar oportunidades de recuperação tributária que o novo regime passa a permitir. Empresas que fazem esse mapeamento com antecedência, portanto, terão vantagem competitiva real a partir de 2027.</span></p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Quem ainda não agiu está atrasado</h3>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-7876 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/business-people-planning-strategy-analysis-from-financial-document-report-office-concept-scaled.jpg" alt="" width="4560" height="3044" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/business-people-planning-strategy-analysis-from-financial-document-report-office-concept-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/business-people-planning-strategy-analysis-from-financial-document-report-office-concept-300x200.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/business-people-planning-strategy-analysis-from-financial-document-report-office-concept-1024x684.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/business-people-planning-strategy-analysis-from-financial-document-report-office-concept-768x513.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/business-people-planning-strategy-analysis-from-financial-document-report-office-concept-1536x1025.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/business-people-planning-strategy-analysis-from-financial-document-report-office-concept-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A janela de adaptação sem penalidade está se fechando. Agosto não é mais um prazo distante, é o próximo marco real da Reforma Tributária. Além disso, dezembro de 2026, quando as ações estratégicas precisam estar concluídas, chega mais rápido do que parece para quem ainda está diagnosticando o que precisa ser feito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A diferença entre empresas que vão atravessar essa transição com controle e empresas que vão correr atrás está sendo definida agora. Não em 2027, quando a cobrança efetiva começar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma Tributária, portanto, não é apenas a substituição de um tributo por outro. É uma mudança de toda a lógica fiscal do país, com impacto direto em como as empresas precificam, compram, vendem e registram suas operações.</span></p>
<h3><b>Como a BHub apoia sua empresa na Reforma Tributária</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O time da BHub acompanha a Reforma Tributária desde a sua concepção e já trabalha ativamente com seus clientes em cada etapa da transição, desde a adequação dos sistemas fiscais até o planejamento estratégico de precificação e aproveitamento de créditos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se sua empresa ainda não iniciou esse processo ou tem dúvidas sobre os próximos passos, fale com nossos especialistas.</span></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong><a href="https://b.bhub.com/lp-reforma-tributaria?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=rt7" target="_blank" rel="noopener">Fale com nossos especialistas</a> e garanta que sua empresa atravesse a Reforma Tributária com controle.</strong></p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">A Reforma Tributária não espera e sua empresa também não pode</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os prazos da Reforma Tributária já estão correndo. Agosto de 2026 é o marco operacional mais próximo e ele não espera. O que estava no horizonte agora tem data, consequência e impacto direto na operação de qualquer empresa que emite nota fiscal no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As empresas que chegarem em agosto  com sistemas atualizados, equipes treinadas e estratégia definida vão sair dessa transição em vantagem. As que chegarem correndo, por outro lado, vão pagar o custo do atraso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, o momento de agir é agora. A BHub está pronta para orientar sua empresa em cada etapa dessa jornada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">BHub | Referência Nacional em Contabilidade e BPO Financeiro</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Split Payment 2027: prepare sua empresa antes do prazo</title>
		<link>https://bhub.com/post/split-payment-2027-prepare-sua-empresa-antes-do-prazo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[capital de giro]]></category>
		<category><![CDATA[CBS e IBS]]></category>
		<category><![CDATA[fluxo de caixa]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[split payment]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Split Payment 2027 vai mudar a forma como as empresas brasileiras recebem e gerenciam seu dinheiro. Imagine que, a partir do ano que vem, toda vez que um cliente pagar uma nota fiscal por Pix ou boleto, uma parte do valor caia diretamente na conta do governo, sem passar pela conta empresarial. Essa não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O Split Payment 2027 vai mudar a forma como as empresas brasileiras recebem e gerenciam seu dinheiro. Imagine que, a partir do ano que vem, toda vez que um cliente pagar uma nota fiscal por Pix ou boleto, uma parte do valor caia diretamente na conta do governo, sem passar pela conta empresarial.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Essa não é uma hipótese futurista. É exatamente o que o Split Payment vai fazer a partir de 2027, como parte da Reforma Tributária brasileira.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, para a maioria das empresas, essa mudança vai afetar o fluxo de caixa de forma significativa. Além disso, o prazo para tomar decisões estratégicas é agora: setembro e outubro de 2026 são os meses em que as empresas precisam definir como vão operar dentro do novo modelo tributário a partir de janeiro de 2027.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O que é o Split Payment 2027?</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Split Payment é um mecanismo de recolhimento automático de tributos no momento da transação financeira. Na prática, funciona assim:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quando seu cliente paga uma nota fiscal, o sistema bancário, integrado à Receita Federal, identifica automaticamente o valor correspondente ao IBS e à CBS embutido naquela transação e repassa diretamente ao fisco, antes de o dinheiro chegar à sua conta.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em seguida, o valor líquido, após o desconto dos tributos, entra na conta da empresa vendedora.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Portanto, o Split Payment elimina o ciclo atual em que a empresa recebe o valor bruto, guarda o imposto e faz o recolhimento posteriormente via guia. Com o split, o tributo entra no momento do pagamento.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Por que o Split Payment 2027 muda o jogo para o seu caixa</h3>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-7910 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-scaled.jpg" alt="Gestor financeiro analisa relatório de fluxo de caixa com gráficos ao fundo em escritório" width="4560" height="2606" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-300x171.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-1024x585.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-768x439.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-1536x878.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/calculating-finances-investing-future-wealth-generated-by-ai-2048x1170.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">No modelo atual, existe um intervalo entre o recebimento do valor do cliente e o pagamento do imposto ao governo. Esse intervalo, mesmo que de algumas semanas, permite que as empresas mantenham o caixa girando.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Com o Split Payment, esse intervalo desaparece. O imposto sai no momento do pagamento e a empresa nunca chega a ter aquele dinheiro disponível.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, para setores com margens apertadas ou alto volume de operações, o impacto no capital de giro pode ser expressivo. Empresas que dependem de recursos de curto prazo para pagar fornecedores, salários ou custos operacionais precisam recalcular seu ciclo financeiro.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Além disso, os créditos tributários, que antes serviam para abatimento imediato, só podem ser aproveitados após a confirmação do pagamento do tributo pelo fornecedor. Dessa forma, uma defasagem temporária no aproveitamento de créditos pode afetar diretamente a margem.</p>
<p><em><span class="emoji x1rg5ohu x16dsc37 x19la9d6 x1fc57z9 x6ikm8r x10wlt62 x19co3pv x11tp94h xw4jnvo x1qx5ct2 xfibh0p xiy17q3 x1xsqp64 x1lkfr7t xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl"><span class="xrtxmta x1bhl96m">&#x1f517;Você também pode se interessar <a href="https://bhub.com/post/reforma-tributaria-impacto-diferente-empresas/" target="_blank" rel="noopener">Reforma Tributária: o impacto será diferente para cada negócio</a></span></span></em></p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Cronograma do Split Payment: o que já acontece e o que vem a seguir</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>2026: ano de testes e decisões</strong></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O ano de testes da Reforma já está em curso, com alíquotas simbólicas de 0,9% (CBS) e 0,1% (IBS) nos campos das notas fiscais. Ainda não há recolhimento efetivo, mas os sistemas precisam estar adaptados.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Além disso, entre setembro e outubro de 2026, as empresas devem comunicar à Receita Federal em qual modelo tributário vão operar a partir de 2027. Esse é o prazo mais crítico para o qual sua empresa precisa estar preparada.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>2027: Split Payment entra em vigor</strong></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O recolhimento automático começa efetivamente para operações por Pix, boleto bancário e transferências eletrônicas. A implementação acontece em fases, com meios de pagamento mais complexos, como cartões, entrando posteriormente.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>2033: transição completa</strong></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O sistema tributário antigo, com PIS, COFINS, ICMS e ISS, encerra e o novo modelo com IBS e CBS opera em plena vigência.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Quais empresas o Split Payment 2027 impacta mais</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O impacto varia conforme o perfil da operação. No entanto, alguns setores merecem atenção redobrada:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Comércio varejista:</strong> alto volume de transações por Pix e boleto significa que o split acontece em praticamente todas as operações desde o primeiro dia.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Distribuidores e atacadistas:</strong> margens apertadas e ciclo financeiro longo tornam o impacto no capital de giro mais sensível.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Prestadores de serviço:</strong> além do impacto no caixa, o setor de serviços já sai em desvantagem na Reforma porque perde regimes cumulativos sem ganhar créditos proporcionais.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Empresas com alto volume de compras de fornecedores informais: os créditos de IBS e CBS só entram se o fornecedor recolheu o tributo corretamente. Portanto, quem compra de fornecedores irregulares perde crédito.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O que sua empresa precisa fazer ainda em 2026 por causa do Split Payment</h3>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">1. Revisar o fluxo de caixa com o novo modelo em mente</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7918 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses.jpg" alt="" width="4240" height="2832" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses.jpg 4240w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses-300x200.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses-1024x684.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses-768x513.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses-1536x1026.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/close-up-coins-saved-energy-crisis-expenses-2048x1368.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4240px) 100vw, 4240px" /></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Simule como ficará sua posição de caixa quando os tributos saírem no ato do recebimento. Em seguida, identifique os meses de maior vulnerabilidade e ajuste limites de crédito e prazo de pagamento a fornecedores se necessário.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">2. Verificar se os sistemas fiscais estão prontos</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Seu sistema de emissão de notas fiscais precisa estar adaptado para destacar IBS e CBS nas alíquotas corretas. Afinal, em 2026, isso já é obrigação no período de testes.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">3. Mapear a cadeia de fornecedores</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Se uma parcela relevante dos fornecedores for informal ou estiver fora do novo sistema, a empresa perde créditos que contava aproveitar. Por isso, esse mapeamento precisa acontecer agora.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">4. Escolher o modelo de tributação até setembro de 2026</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Receita Federal exige que as empresas formalizem sua opção de modelo tributário para 2027 até o final de outubro de 2026. Portanto, não tomar essa decisão equivale a entrar automaticamente em um modelo padrão que pode não ser o mais vantajoso.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">5. Consultar um especialista em Reforma Tributária</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Reforma é complexa demais para gestão por conta própria. Além disso, a leitura de uma lei complementar de centenas de artigos não é suficiente: é preciso análise aplicada ao contexto específico da sua empresa.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Split Payment 2027: quem se prepara agora atravessa a transição com controle</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O Split Payment não é uma ameaça para quem se prepara. Pelo contrário, é uma mudança significativa no modelo de recolhimento tributário brasileiro, e empresas que entendem seu impacto e tomam as decisões certas agora atravessam a transição com muito mais tranquilidade.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por outro lado, para as que deixarem para a última hora, o risco é real: caixa comprometido, créditos perdidos e inadequação ao novo sistema desde o primeiro dia de vigência.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, o prazo crítico para as decisões de 2027 é setembro e outubro de 2026, e ele está mais perto do que parece.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A BHub tem uma equipe especializada em Consultoria de Reforma Tributária que analisa o impacto do Split Payment no seu negócio e define com você o melhor caminho para a transição.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=site" target="_blank" rel="noopener">Agende uma conversa com a BHub antes que o prazo feche.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como abrir empresa no Brasil em 2026: um guia completo</title>
		<link>https://bhub.com/post/como-abrir-empresa-brasil-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 10:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescimento & Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[abertura de empresa]]></category>
		<category><![CDATA[CNPJ]]></category>
		<category><![CDATA[como abrir empresa no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[contrato social]]></category>
		<category><![CDATA[LTDA]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
		<category><![CDATA[regime tributario]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abrir empresa no Brasil em 2026 ficou mais ágil do que era há dez anos. Por isso, cada vez mais empreendedores formalizam seus negócios com rapidez. No entanto, &#8220;mais ágil&#8221; não significa sem etapas, sem decisões estratégicas e sem riscos para quem não se prepara bem. A burocracia reduziu e os sistemas ficaram mais digitais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div class="standard-markdown grid-cols-1 grid [&amp;_&gt;_*]:min-w-0 gap-3">
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Abrir empresa no Brasil em 2026 ficou mais ágil do que era há dez anos. Por isso, cada vez mais empreendedores formalizam seus negócios com rapidez. No entanto, &#8220;mais ágil&#8221; não significa sem etapas, sem decisões estratégicas e sem riscos para quem não se prepara bem.</p>
</div>
</div>
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<div class="standard-markdown grid-cols-1 grid [&amp;_&gt;_*]:min-w-0 gap-3">
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A burocracia reduziu e os sistemas ficaram mais digitais. Dessa forma, hoje é possível registrar um CNPJ em questão de dias. Porém, muitos empreendedores correm para formalizar sem entender as implicações de cada escolha. Como resultado, os erros aparecem: tipo societário errado, regime tributário inadequado, alvará vencido, obrigações ignoradas.</p>
</div>
</div>
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<div class="standard-markdown grid-cols-1 grid [&amp;_&gt;_*]:min-w-0 gap-3">
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Portanto, este guia foi feito para você não cair nessas armadilhas. Veja, passo a passo, o que é preciso fazer para abrir empresa no Brasil em 2026 e o que decidir antes de iniciar o processo.</p>
</div>
</div>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Antes de abrir empresa no Brasil: as decisões que definem tudo</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Antes de preencher qualquer formulário, algumas perguntas precisam de resposta. Afinal, as escolhas feitas aqui afetam impostos, responsabilidades legais e até a capacidade de crescimento da empresa.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">Qual tipo de empresa abrir?</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O Brasil tem diferentes formas jurídicas, cada uma com regras específicas. A seguir, as mais comuns para novos negócios:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>MEI:</strong> para faturamento anual até R$ 81.000, atividades permitidas pelo CNAE e sem sócios. É a abertura mais simples e tem tributação fixa mensal. Porém, tem limitações importantes, como não poder contratar mais de um funcionário e não ser aceito como fornecedor por algumas empresas.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Empresário Individual (EI):</strong> pessoa física que responde com o próprio patrimônio pelas dívidas do negócio. Raramente é a melhor opção.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>EIRELI:</strong> foi extinta em 2021. As empresas existentes foram automaticamente convertidas para SLU.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>SLU:</strong> permite ter um CNPJ com responsabilidade limitada ao capital social, sem necessidade de sócio. É uma boa opção para quem quer empreender sozinho com mais proteção patrimonial.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>LTDA:</strong> a mais utilizada no Brasil. Exige pelo menos dois sócios e limita a responsabilidade de cada um à sua participação no capital social.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>SAS:</strong> mais flexível em termos de governança e transferência de participações. Indicada para empresas que pretendem captar investimento ou crescer com sócios em diferentes perfis.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A escolha depende do perfil do negócio, do número de sócios, da intenção de captação de recursos e do nível de proteção patrimonial desejado.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">Qual regime tributário escolher?</h4>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7911 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-taking-notes-scaled.jpg" alt="Empreendedor assina documentos de abertura de empresa em mesa com computador e papéis" width="4560" height="3043" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-taking-notes-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-taking-notes-300x200.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-taking-notes-1024x683.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-taking-notes-768x513.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-taking-notes-1536x1025.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-taking-notes-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Essa decisão tem impacto direto no quanto a empresa vai pagar de imposto. As opções são:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Simples Nacional:</strong> regime simplificado para empresas com faturamento até R$ 4,8 milhões anuais. Reúne vários impostos em uma guia única com alíquotas progressivas por faixa de receita. É vantajoso para muitos perfis, mas nem sempre é a melhor opção, especialmente para empresas de serviços com margens altas.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Lucro Presumido:</strong> para empresas com faturamento até R$ 78 milhões. O imposto incide sobre uma margem presumida de lucro definida pela Receita Federal, variando por atividade. Em alguns casos, pode ser mais vantajoso que o Simples.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Lucro Real:</strong> obrigatório para empresas acima de R$ 78 milhões ou de setores específicos, como o financeiro. Tributa o lucro efetivo e pode ser mais vantajoso quando a margem real é baixa.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A definição do regime tributário ideal precisa partir de um contador, considerando o tipo de atividade, o faturamento esperado e a estrutura de custos do negócio.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Como abrir empresa no Brasil em 2026: passo a passo</h3>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">Passo 1 &#8211; Defina o CNAE da empresa</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O CNAE é o código que define quais atividades sua empresa pode exercer. Por isso, escolher o CNAE errado gera problemas na emissão de notas fiscais e na obtenção de alvarás. Se a empresa atua em mais de uma atividade, todas precisam constar no cadastro.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">Passo 2 &#8211; Redija o contrato social</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Para LTDA e SAS, o contrato social define a estrutura da empresa: sócios, participações, objeto social, regras de entrada e saída de sócios e responsabilidades. Para SLU, existe o ato constitutivo unipessoal.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, um advogado ou contador deve redigir esse documento. Erros aqui geram conflitos societários e dificuldades em alterações futuras.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">Passo 3 &#8211; Registre a empresa na Junta Comercial</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O registro na Junta Comercial do estado formaliza juridicamente a existência da empresa. Atualmente, em 2026, o processo é digital na maioria dos estados, por meio do Portal Redesim, e acontece em poucos dias.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">Passo 4 &#8211; Obtenha o CNPJ na Receita Federal</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Após o registro na Junta Comercial, o CNPJ é gerado automaticamente via integração com a Receita Federal. Ou seja, sem ele, não há como emitir nota fiscal, abrir conta bancária empresarial ou contratar funcionários.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">Passo 5 &#8211; Faça as inscrições estadual e municipal</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Inscrição Estadual é necessária para empresas que comercializam produtos e recolhem ICMS. Já a Inscrição Municipal é obrigatória para prestadores de serviço que recolhem ISS. Assim, as respectivas secretarias de fazenda emitem ambas e habilitam a empresa a emitir notas fiscais.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">Passo 6 &#8211; Solicite as licenças e alvarás</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A prefeitura emite o Alvará de Funcionamento e autoriza a empresa a operar no endereço declarado. Dependendo do setor, licenças adicionais podem ser exigidas: vigilância sanitária, bombeiros, Anvisa, entre outros.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Vale lembrar que iniciar as atividades sem o alvará é infração e pode resultar em multa ou interdição.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">Passo 7 &#8211; Abra a conta bancária pessoa jurídica</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Com o CNPJ em mãos, abra uma conta PJ.<strong> Afinal, </strong>misturar finanças pessoais e empresariais é um dos erros mais comuns de novos empreendedores e um dos mais prejudiciais para a gestão financeira e contábil.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">Passo 8 &#8211; Configure as obrigações fiscais e contábeis</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A partir do momento em que a empresa existe, obrigações surgem: emissão de notas fiscais, envio de declarações para a Receita Federal, escrituração contábil e recolhimento de impostos mensais, entre outras.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, contar com um contador desde o início é o que separa uma abertura bem feita de uma abertura que vai gerar problemas nos próximos meses.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Os erros mais comuns de quem abre empresa no Brasil sem orientação</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7919 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/closeup-hands-holding-orange-ribbon-ceremonial-event-scaled.jpg" alt="" width="4560" height="2556" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/closeup-hands-holding-orange-ribbon-ceremonial-event-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/closeup-hands-holding-orange-ribbon-ceremonial-event-300x168.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/closeup-hands-holding-orange-ribbon-ceremonial-event-1024x574.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/closeup-hands-holding-orange-ribbon-ceremonial-event-768x430.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/closeup-hands-holding-orange-ribbon-ceremonial-event-1536x861.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/closeup-hands-holding-orange-ribbon-ceremonial-event-2048x1148.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Escolher o tipo societário errado e precisar de alteração contratual cara depois.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Optar pelo regime tributário sem simulação e pagar mais imposto do que deveria.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Iniciar as atividades antes de ter alvará e nota fiscal configurada.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Misturar conta pessoal com conta da empresa.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Não registrar colaboradores corretamente no eSocial desde o primeiro funcionário.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em todos esses casos, o custo do erro supera em muito o custo de uma orientação especializada desde o início.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Abrir empresa no Brasil do jeito certo desde o início</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Abrir empresa no Brasil em 2026 é mais ágil do que era antes, mas ainda exige decisões estratégicas com impacto de longo prazo. Tipo societário, regime tributário, CNAE e licenças não são formalidades: são a base sobre a qual o negócio vai operar.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Portanto, fazer isso corretamente desde o início poupa tempo, dinheiro e dor de cabeça.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A BHub realiza a abertura de empresas de forma completa: do contrato social à inscrição municipal, com orientação sobre regime tributário e configuração das obrigações fiscais desde o primeiro dia.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=site" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fale com a BHub e comece seu negócio com a estrutura certa.</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Terceirizar o Departamento Pessoal: menos custo e menos risco</title>
		<link>https://bhub.com/post/terceirizar-departamento-pessoal-custo-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 10:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Departamento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[departamento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[folha de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[passivo trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[terceirizar departamento pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas horas por mês sua equipe gasta com folha de pagamento, eSocial, férias, rescisões e obrigações acessórias trabalhistas? Terceirizar o Departamento Pessoal é uma das decisões mais eficientes que uma PME pode tomar para reduzir esse esforço operacional e eliminar riscos trabalhistas. E quantas dessas horas poderiam ser usadas em algo que realmente faz o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quantas horas por mês sua equipe gasta com folha de pagamento, eSocial, férias, rescisões e obrigações acessórias trabalhistas? Terceirizar o Departamento Pessoal é uma das decisões mais eficientes que uma PME pode tomar para reduzir esse esforço operacional e eliminar riscos trabalhistas. E quantas dessas horas poderiam ser usadas em algo que realmente faz o negócio crescer?</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Na prática, muitos gestores evitam responder essa pergunta com honestidade. O Departamento Pessoal é essencial, mas em boa parte das PMEs ele funciona de forma improvisada: uma pessoa acumula funções, os processos são manuais e, além disso, qualquer erro pode virar um processo trabalhista ou uma autuação do Ministério do Trabalho.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, terceirizar o Departamento Pessoal é uma decisão que vai muito além de cortar custos. É sobre trocar risco por previsibilidade e esforço operacional por resultado estratégico.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O que faz um Departamento Pessoal terceirizado?</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Antes de falar em benefícios, vale deixar claro o que está incluído quando se contrata um serviço especializado de DP:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-pre-wrap leading-[1.7]">Admissão e demissão de colaboradores com toda a documentação legal Elaboração e processamento da folha de pagamento Cálculo de férias, 13º salário, horas extras e adicionais Gestão e envio de eventos no eSocial Geração de guias de FGTS, INSS e IRRF Elaboração de rescisões contratuais e homologações Emissão de documentos como contracheques, termos de responsabilidade e relatórios gerenciais Acompanhamento de convenções coletivas e dissídios</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em resumo, tudo isso é feito por profissionais atualizados nas últimas mudanças da legislação trabalhista, inclusive as de 2026, que trouxeram novas exigências no eSocial.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Por que manter um DP interno pode custar mais do que parece</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Muitas empresas calculam o custo do DP apenas pelo salário do analista responsável. No entanto, o custo real inclui muito mais:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Encargos trabalhistas sobre o salário, como INSS, FGTS, férias e 13º, que somam em média 70% a 80% sobre a remuneração bruta.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Softwares de gestão de folha, que têm licença mensal e precisam de atualização constante para se adequar às mudanças legais.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Horas de atualização e capacitação, já que a legislação trabalhista muda com frequência e uma interpretação errada tem consequências sérias.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Custo de erros, que pode incluir desde recolhimentos indevidos de INSS até reclamações trabalhistas por benefícios calculados incorretamente.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Portanto, quando se soma tudo isso, o custo real de um DP interno em uma empresa de 20 a 50 funcionários pode facilmente superar R$ 5.000 a R$ 8.000 por mês, sem contar o risco embutido.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Os 3 maiores riscos de um Departamento Pessoal interno sem estrutura</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7369 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-14-de-mai.-de-2026-11_14_06.png" alt="Gestora analisando documentos de folha de pagamento em computador no escritório" width="1672" height="941" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-14-de-mai.-de-2026-11_14_06.png 1672w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-14-de-mai.-de-2026-11_14_06-300x169.png 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-14-de-mai.-de-2026-11_14_06-1024x576.png 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-14-de-mai.-de-2026-11_14_06-768x432.png 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/ChatGPT-Image-14-de-mai.-de-2026-11_14_06-1536x864.png 1536w" sizes="(max-width: 1672px) 100vw, 1672px" /></p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">1. Passivo trabalhista por erros de cálculo</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Férias vencidas não pagas, rescisões calculadas incorretamente, horas extras não reconhecidas. Cada um desses erros é um processo trabalhista em potencial. Além disso, processos trabalhistas custam caro: há honorários advocatícios, correção monetária e o tempo da gestão envolvida na disputa.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">2. Inconsistências no eSocial</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Com o eSocial cruzando dados com a Receita Federal, INSS e Caixa Econômica Federal automaticamente, qualquer divergência na folha pode gerar alertas fiscais e fiscalizações. Ademais, em 2026, esse cruzamento ficou ainda mais rigoroso, com o CPF substituindo todos os demais identificadores do trabalhador.</p>
<h4 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold">3. Não conformidade com convenções coletivas</h4>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Cada categoria tem sua convenção coletiva com regras específicas sobre pisos salariais, benefícios, jornadas e acordos. Não seguir essas regras é infração e o Ministério do Trabalho pode autuar a empresa mesmo sem reclamação formal do trabalhador. Por isso, manter o acompanhamento atualizado de cada convenção exige dedicação exclusiva.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O que muda ao terceirizar o Departamento Pessoal</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A transição para um DP terceirizado tem impacto imediato em três frentes:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Previsibilidade de custo:</strong> você passa a ter um valor fixo mensal pelo serviço, sem surpresas com encargos, softwares ou capacitações.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Redução de risco:</strong> o fornecedor especializado tem equipe dedicada, sistemas atualizados e responsabilidade contratual sobre a conformidade das entregas.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>Foco estratégico:</strong> as horas antes gastas com operação passam a estar disponíveis para atividades que geram resultado, como recrutamento, clima organizacional e desenvolvimento de times.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em outras palavras, terceirizar o Departamento Pessoal transforma um centro de custo e risco em um serviço previsível e controlado.</p>
<p><span class="emoji x1rg5ohu x16dsc37 x19la9d6 x1fc57z9 x6ikm8r x10wlt62 x19co3pv x11tp94h xw4jnvo x1qx5ct2 xfibh0p xiy17q3 x1xsqp64 x1lkfr7t xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl"><span class="xrtxmta x1bhl96m">&#x1f517;</span></span><strong>Você também pode se interessar: <a href="https://bhub.com/post/quando-terceirizar-financeiro-empresa/" target="_blank" rel="noopener">Quando terceirizar o financeiro da empresa?</a></strong></p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Quando é a hora certa de terceirizar?</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Não existe uma resposta única. Porém, alguns sinais indicam que chegou o momento:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-pre-wrap leading-[1.7]">A pessoa responsável pelo DP acumula outras funções e vive apagando incêndios A empresa cresceu e a folha está mais complexa do que o time atual consegue gerenciar Houve erros recentes na folha, no eSocial ou em rescisões O custo da estrutura interna não se justifica mais frente ao porte da operação Há planos de expansão e a empresa precisará escalar o DP sem escalar a equipe interna no mesmo ritmo</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">O que avaliar ao contratar o serviço de terceirização do Departamento Pessoal</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7897 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/social-network-connection-avatar-icon-vector-scaled.jpg" alt="" width="4560" height="3653" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/social-network-connection-avatar-icon-vector-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/social-network-connection-avatar-icon-vector-300x240.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/social-network-connection-avatar-icon-vector-1024x820.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/social-network-connection-avatar-icon-vector-768x615.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/social-network-connection-avatar-icon-vector-1536x1230.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/social-network-connection-avatar-icon-vector-2048x1640.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Antes de fechar com qualquer fornecedor, avalie os seguintes pontos:</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Se a empresa tem especialização em empresas do seu porte e setor. Além disso, verifique quais obrigações estão incluídas no contrato, pois algumas cobram à parte eventos como homologações ou convenções específicas.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Como funciona a comunicação e o SLA de entrega: prazo para envio da folha, resposta a dúvidas etc. Por fim, confirme se o sistema de folha utilizado permite que o cliente acompanhe os dados em tempo real e consulte referências e histórico de conformidade das entregas.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold">Terceirizar o Departamento Pessoal vale a pena para PMEs?</h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Terceirizar o Departamento Pessoal não é abrir mão do controle sobre os colaboradores. Pelo contrário, é garantir que a parte técnica e legal da gestão de pessoas seja feita com mais precisão, mais segurança e mais eficiência do que seria possível com uma equipe interna desestruturada.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Além disso, para a maioria das PMEs, o custo de manter um DP interno bem estruturado é maior do que o de contratar um serviço especializado, e o risco é bem maior.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, o Departamento Pessoal da BHub atende empresas de diferentes portes com processos padronizados, equipe atualizada nas últimas exigências do eSocial e conformidade garantida nas entregas.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=site" target="_blank" rel="noopener">Converse com um especialista da BHub</a> e descubra quanto sua empresa pode economizar ao terceirizar o DP.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Holding familiar: proteja seu patrimônio e pague menos imposto</title>
		<link>https://bhub.com/post/holding-familiar-patrimonio-impostos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 14:05:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[empresário brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[governança familiar]]></category>
		<category><![CDATA[holding familiar]]></category>
		<category><![CDATA[holding patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[inventário]]></category>
		<category><![CDATA[lucro presumido]]></category>
		<category><![CDATA[lucro real]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento societário]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento tributário]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<category><![CDATA[proteção de patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[sucessão empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você trabalhou anos para construir o que tem. Para muitos donos de PME, a holding familiar é a ferramenta mais eficiente para proteger esse patrimônio de forma estruturada. Mas quando foi a última vez que você pensou nisso de verdade? Na prática, muitos empresários passam décadas acumulando bens, expandindo negócios e gerando empregos. No entanto, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Você trabalhou anos para construir o que tem. Para muitos donos de PME, a holding familiar é a ferramenta mais eficiente para proteger esse patrimônio de forma estruturada. Mas quando foi a última vez que você pensou nisso de verdade?</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Na prática, muitos empresários passam décadas acumulando bens, expandindo negócios e gerando empregos. No entanto, só descobrem tarde demais que uma reorganização societária simples poderia ter economizado centenas de milhares de reais em impostos, além de evitar conflitos familiares e processos judiciais na hora de passar o bastão.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, a holding familiar é uma estrutura cada vez mais utilizada por empresários brasileiros que querem proteger o que construíram, pagar menos imposto dentro da lei e garantir que a sucessão aconteça de forma planejada e tranquila.</p>
<h2><strong>O que é uma holding familiar?</strong></h2>
<p>Uma holding familiar é uma empresa criada especificamente para ser proprietária dos bens e participações societárias de uma família empresária. Ou seja, em vez de os bens ficarem no nome das pessoas físicas, eles passam a pertencer à holding, que é controlada pelos membros da família conforme regras definidas em contrato.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem dois tipos principais:</span></p>
<p><b>Holding patrimonial:</b><span style="font-weight: 400;"> criada para concentrar e proteger os bens da família, como imóveis, investimentos e participações em outras empresas.</span></p>
<p><b>Holding operacional:</b><span style="font-weight: 400;"> estruturada para controlar as atividades empresariais e facilitar a gestão de múltiplos negócios sob uma mesma estrutura de controle.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, muitas famílias usam as duas estruturas de forma complementar, com uma holding patrimonial acima de uma ou mais holdings operacionais.</span></p>
<h2><strong>Por que criar uma holding familiar? Os 4 principais benefícios</strong></h2>
<h3><strong>1. Proteção do patrimônio contra riscos empresariais</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quando os bens da família estão no nome das pessoas físicas, eles ficam expostos a dívidas, processos judiciais e outras eventualidades dos negócios. Por isso, com a holding, os ativos ficam separados da operação. Assim, se uma das empresas do grupo enfrentar problemas financeiros, o patrimônio familiar pode ser preservado.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Esse isolamento jurídico não é uma brecha legal. Pelo contrário, é uma prática regulamentada e amplamente utilizada no Brasil por empresários de todos os tamanhos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7370 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-scaled.jpg" alt="" width="4560" height="3040" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-300x200.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-1024x683.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-768x512.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-1536x1024.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<h3><strong>2. Redução da carga tributária</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Este é, provavelmente, o benefício que mais chama atenção. E com razão.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Quando uma pessoa física recebe aluguéis de imóveis, paga até 27,5% de Imposto de Renda. Por outro lado, quando a mesma renda passa por uma holding tributada no Lucro Presumido, a alíquota efetiva pode cair para algo entre 11% e 14%, dependendo da atividade.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Portanto, a diferença pode representar economia expressiva ao longo dos anos, sem nenhuma irregularidade. O planejamento tributário feito por uma holding é totalmente legal e cada vez mais comum entre empresários que buscam eficiência fiscal.</p>
<h3><strong>3. Planejamento sucessório sem inventário</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O inventário é um processo lento, caro e muitas vezes conflituoso. Dependendo do volume de bens, pode levar anos e consumir até 20% do patrimônio em custos judiciais e tributários.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em contraste, com uma holding familiar bem estruturada, a sucessão acontece de forma muito mais simples. As cotas da holding são distribuídas em vida para os herdeiros, com cláusulas de impenhorabilidade, incomunicabilidade e usufruto que garantem ao fundador o controle enquanto ele desejar. Dessa forma, quando chegar a hora, não há inventário, os herdeiros já são cotistas.</p>
<p><span class="emoji x1rg5ohu x16dsc37 x19la9d6 x1fc57z9 x6ikm8r x10wlt62 x19co3pv x11tp94h xw4jnvo x1qx5ct2 xfibh0p xiy17q3 x1xsqp64 x1lkfr7t xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl"><span class="xrtxmta x1bhl96m">&#x1f517;</span></span>Você pode ler mais sobre esse assunto em <a href="https://bhub.com/post/planejamento-sucessorio/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Planejamento sucessório: patrimônio protegido, família em paz</strong></a></p>
<h3><strong>4. Centralização e organização da gestão patrimonial</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A holding permite que todos os bens da família sejam geridos a partir de um único CNPJ, com contabilidade centralizada, distribuição de lucros organizada e regras claras de governança. Isso é especialmente útil quando há múltiplos sócios ou quando os filhos começa a entrar nos negócios.</span></p>
<h2><strong>Holding familiar tem desvantagem?</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sim, e é importante ser honesto a respeito.</span></p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A criação e manutenção de uma holding tem custo. Por exemplo, há despesas com abertura, registro em cartório, escrituração contábil, declarações fiscais e honorários de profissionais especializados. Portanto, para quem tem um patrimônio pequeno ou pouca complexidade societária, o custo pode não compensar o benefício no curto prazo.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Por isso, a decisão de criar uma holding precisa ser precedida por uma análise concreta do patrimônio atual, dos planos de sucessão e da estrutura tributária da família. Não existe resposta genérica para isso.</p>
<h2><strong>Quando faz sentido criar uma holding familiar?</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7893 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-scaled.jpg" alt="" width="4560" height="2566" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-300x169.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-1024x576.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-768x432.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-1536x864.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/06/businessman-with-protective-gesture-family-life-policy-concepts-family-life-insurance-health-house-insurance-icons-happy-life-after-retirementinsurance-elderly-children-conceptx9-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como regra geral, a holding começa a fazer sentido quando há:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Patrimônio imobiliário ou financeiro relevante em nome de pessoas físicas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Múltiplos negócios sob controle familiar</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Intenção de planejar a sucessão sem depender de inventário</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Renda passiva (aluguéis, dividendos) tributada de forma ineficiente na pessoa física</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Sócios com participações em mais de uma empresa</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você se identifica com dois ou mais desses pontos, já vale a pena conversar com um especialista.</span></p>
<h2><strong>Como estruturar uma holding na prática</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação de uma holding envolve etapas jurídicas, contábeis e tributárias. De forma resumida, o processo passa por:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Diagnóstico patrimonial:</b><span style="font-weight: 400;"> levantamento de todos os bens, participações e passivos da família</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Definição do tipo de holding</b><span style="font-weight: 400;"> mais adequado ao perfil</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Escolha do regime tributário:</b><span style="font-weight: 400;"> Lucro Presumido ou Lucro Real, dependendo da estrutura de receitas</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Redação do contrato social</b><span style="font-weight: 400;"> com cláusulas de proteção patrimonial e governança familiar</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Integralização dos bens:</b><span style="font-weight: 400;"> transferência dos ativos para a holding com análise do impacto tributário da operação</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Doação de cotas com reserva de usufruto</b><span style="font-weight: 400;"> para os herdeiros, quando aplicável</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada etapa precisa ser conduzida por profissionais especializados em planejamento societário e tributário. Erros nessa fase podem gerar passivos fiscais ou anular os benefícios da estrutura.</span></p>
<h2><strong>Holding familiar: o melhor momento para agir é agora</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A holding familiar não é um recurso exclusivo de grandes fortunas. É uma ferramenta de organização, proteção e eficiência tributária acessível a qualquer empresário que tenha construído algum patrimônio e queira preservá-lo com inteligência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O melhor momento para criar uma holding é antes de precisar dela, antes do processo de inventário, antes do conflito entre herdeiros, antes da fiscalização que poderia ter sido evitada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A BHub tem uma equipe especializada em planejamento societário e consultoria tributária que pode fazer o diagnóstico do seu caso e indicar se e como uma holding faz sentido para a sua realidade.</span></p>
<p><b><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=site" target="_blank" rel="noopener">Fale com um especialista da BHub</a> e dê o primeiro passo para proteger o que você construiu.</b></p>
<p><strong>BHub | Referência Nacional em Contabilidade e BPO Financeiro</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lei 15.377/2026: entenda as obrigações trabalhistas sobre saúde preventiva</title>
		<link>https://bhub.com/post/lei-15377-2026-obrigacoes-trabalhistas-saude-preventiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 17:54:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Departamento Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[compliance trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[departamento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[legislação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[lei 15.377/2026]]></category>
		<category><![CDATA[obrigações trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde preventiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bhub.com/?p=7393</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma mudança na CLT passou despercebida por muitas empresas brasileiras, mas seus efeitos são imediatos. A Lei 15.377/2026, publicada no Diário Oficial da União em 6 de abril de 2026, entrou em vigor no mesmo dia, sem prazo de adaptação. Diferentemente de outras alterações regulatórias, como a atualização da NR-1 (com prazo até maio de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Uma mudança na CLT passou despercebida por muitas empresas brasileiras, mas seus efeitos são imediatos. A </span><b>Lei 15.377/2026</b><span style="font-weight: 400;">, publicada no Diário Oficial da União em </span><b>6 de abril de 2026</b><span style="font-weight: 400;">, entrou em vigor no mesmo dia, sem prazo de adaptação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diferentemente de outras alterações regulatórias, como a atualização da NR-1 (com prazo até maio de 2026), essa lei não oferece período de ajuste. Portanto, se a sua empresa ainda não tomou nenhuma ação, ela já está tecnicamente em descumprimento.</span></p>
<h2><b>O que a Lei 15.377/2026 determina?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A norma acrescentou o </span><b>art. 169-A</b><span style="font-weight: 400;"> à CLT e alterou o </span><b>art. 473</b><span style="font-weight: 400;">, criando três obrigações simultâneas e imediatas para todo empregador com funcionários regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho:</span></p>
<h3><b>1. Disponibilizar informações sobre saúde preventiva</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa deve informar seus colaboradores sobre:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Campanhas oficiais de vacinação (seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">HPV (Papilomavírus Humano)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Câncer de mama</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Câncer de colo do útero</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Câncer de próstata</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Não basta repostar um conteúdo nas redes sociais ou afixar um cartaz genérico. Pelo contrário, a lei exige que as informações estejam alinhadas às orientações do Ministério da Saúde, com orientação sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.</span></p>
<p>Confira a publicação na íntegra: <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2026/lei-15377-2-abril-2026-798915-publicacaooriginal-178735-pl.html" target="_blank" rel="noopener">LEI Nº 15.377, DE 2 DE ABRIL DE 2026</a></p>
<h3><b>2. Promover ações afirmativas de conscientização</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A empresa precisa ir além de informar: ela deve </span><b>agir de forma proativa</b><span style="font-weight: 400;"> para garantir que os colaboradores conheçam seus direitos e tenham acesso às informações. Para isso, é necessário incluir campanhas internas, comunicados, palestras, e-mails periódicos ou qualquer formato que comprove o engajamento ativo do empregador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um comunicado único enviado em janeiro não é suficiente. Na prática, a lei espera que o tema faça parte da cultura interna de saúde da organização, com ações recorrentes e documentadas ao longo do ano.</span></p>
<h3><b>3. Comunicar o direito à ausência remunerada</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O art. 473, inciso XII da CLT já garantia ao trabalhador o direito de se ausentar por </span><b>até 3 dias a cada 12 meses</b><span style="font-weight: 400;"> para realizar exames preventivos de câncer, sem desconto no salário. No entanto, o que mudou foi a obrigação do empregador em relação a esse direito:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes, a empresa podia simplesmente não mencionar o assunto. Agora, porém, </span><b>omitir essa informação é descumprimento legal</b><span style="font-weight: 400;">. Dessa forma, o empregador tem o dever de comunicar, de forma clara e verificável, que o colaborador pode se ausentar para esses exames sem prejuízo financeiro.</span></p>
<p><b>Detalhe importante:</b><span style="font-weight: 400;"> o colaborador precisa apresentar comprovante de comparecimento ao exame para que a ausência seja registrada sem desconto. Além disso, o período não prejudica férias nem outros direitos trabalhistas.</span></p>
<h2><b>Por que essa lei 15.377/2026 escolheu exatamente esses temas?</b></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7370 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-scaled.jpg" alt="" width="4560" height="3040" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-300x200.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-1024x683.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-768x512.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-1536x1024.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/business-people-meeting-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha não foi arbitrária. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) divulgou em fevereiro de 2026 as estimativas de incidência para o triênio 2026-2028, consolidando mama, colo do útero e próstata entre os cânceres de maior incidência no Brasil. O HPV, associado diretamente ao câncer de colo do útero e a outros tipos de câncer, reforça a relevância de campanhas corporativas contínuas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A lei 15.377/2026 posiciona as empresas como agentes ativos de saúde pública, além de cumpridoras de obrigações legais.</span></p>
<h2><b>Quais são os riscos do descumprimento?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O art. 169-A foi inserido no capítulo da CLT que trata especificamente de </span><b>segurança e medicina do trabalho</b><span style="font-weight: 400;">. Essa não é uma posição acidental: as infrações a esse capítulo têm penalidades expressas no art. 201 da CLT.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, o descumprimento pode gerar:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Autuação pela Auditoria-Fiscal do Trabalho</b><span style="font-weight: 400;">, com multas que variam de </span><b>R$ 415,87 a R$ 4.160,89</b><span style="font-weight: 400;"> (conforme a Portaria MTE nº 1.131/2025)</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Responsabilização civil</b><span style="font-weight: 400;">, especialmente em casos em que fique comprovado que o diagnóstico precoce de uma doença poderia ter sido facilitado pelo cumprimento da obrigação</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Demandas do Ministério Público do Trabalho</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A ausência de penalidade específica no texto da lei não elimina os riscos. Como o novo artigo está no capítulo de SST (Saúde e Segurança do Trabalho), o sistema de multas já vigente se aplica integralmente.</span></p>
<h2><b>O que o RH e o Departamento Pessoal precisam fazer agora</b></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7411 size-full" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/man-showing-his-workmates-documents-scaled.jpg" alt="" width="4560" height="3040" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/man-showing-his-workmates-documents-scaled.jpg 4560w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/man-showing-his-workmates-documents-300x200.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/man-showing-his-workmates-documents-1024x683.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/man-showing-his-workmates-documents-768x512.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/man-showing-his-workmates-documents-1536x1024.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/05/man-showing-his-workmates-documents-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 4560px) 100vw, 4560px" />Para cumprir a lei e criar evidências de conformidade em caso de fiscalização, as empresas devem estruturar um protocolo interno. Confira o que precisa estar no radar:</span></p>
<p><b>Comunicação interna documentada</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Elabore cartilhas, e-mails corporativos, cartazes e comunicados sobre as campanhas de vacinação e prevenção ao câncer. O formato pode variar, mas o registro de que a informação chegou ao colaborador é essencial.</span></p>
<p><b>Inclusão no onboarding</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Todo novo funcionário deve ser orientado desde o primeiro dia sobre o direito à ausência remunerada para exames preventivos.</span></p>
<p><b>Rotina periódica de reforço</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Envios semestrais ou anuais, campanhas alinhadas ao calendário de saúde (Outubro Rosa, Novembro Azul) e registros de data e formato de cada ação.</span></p>
<p><b>Evidências para auditoria</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Listas de presença em palestras, recibos de entrega de material, registros de leitura em e-mails corporativos: tudo que comprove o efetivo cumprimento. Essa documentação é a principal proteção da empresa em uma fiscalização trabalhista.</span></p>
<p><b>Orientação sobre o acesso ao SUS e planos de saúde</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> A empresa deve orientar onde e como o colaborador pode realizar os exames, seja pela rede pública, pelo plano de saúde corporativo ou por conta própria.</span></p>
<h2><b>O papel do Departamento Pessoal terceirizado nesse cenário</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para empresas que contam com um parceiro de BPO trabalhista, essa obrigação entra diretamente no escopo de gestão de conformidade. Um Departamento Pessoal bem estruturado identifica as mudanças legislativas no momento em que entram em vigor, orienta sobre os procedimentos corretos e ajuda a criar os registros necessários para proteger a empresa em caso de fiscalização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não basta ter a obrigação mapeada internamente: é preciso garantir que a comunicação chegou ao colaborador e que existe evidência disso.</span></p>
<h2><b>Perguntas frequentes sobre a Lei 15.377/2026</b></h2>
<p><b>A lei se aplica a todas as empresas?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Sim. Não há exceção por porte ou setor. Toda empresa com funcionários regidos pela CLT está obrigada, independentemente do número de colaboradores.</span></p>
<p><b>Existe prazo de adaptação?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Não. A lei entrou em vigor na data de publicação, 6 de abril de 2026. Empresas que ainda não tomaram ação estão em descumprimento desde essa data.</span></p>
<p><b>O exame precisa ser custeado pela empresa?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Não. A empresa é obrigada a informar e garantir a ausência remunerada. O exame pode ser feito pelo SUS, pelo plano de saúde ou por conta do colaborador.</span></p>
<p><b>O colaborador precisa comprovar que foi ao exame?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> Sim. Para que a ausência seja registrada sem desconto, o funcionário deve apresentar comprovante de comparecimento.</span></p>
<p><b>Quem fiscaliza o cumprimento?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"> A Auditoria-Fiscal do Trabalho, vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego.</span></p>
<h2><b>Próximos passos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Lei 15.377/2026 é mais uma das obrigações trabalhistas que exigem atenção imediata do Departamento Pessoal. Se a sua empresa ainda não estruturou o protocolo de conformidade, o momento de agir é agora.</span></p>
<p><b>A BHub pode ajudar.</b><span style="font-weight: 400;"> Nosso time de Departamento Pessoal monitora continuamente as mudanças na legislação trabalhista e garante que sua empresa opere dentro das exigências legais, com os registros corretos e sem exposição a riscos desnecessários.</span></p>
<p><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=link&amp;utm_campaign=blog-bhub&amp;utm_term=bhub-blog&amp;utm_content=site"><span style="font-weight: 400;">Quero conhecer a BHub</span></a></p>
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		<title>Leis de incentivo fiscal: o que são e como elas podem ser estratégicas para a sua empresa</title>
		<link>https://bhub.com/post/leis-de-incentivo-fiscal-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marketing BHub]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 12:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compliance & Regulações]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="7083" class="elementor elementor-7083" data-elementor-post-type="post">
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									<p><span style="font-weight: 400;">As leis de incentivo fiscal são instrumentos estratégicos que permitem que empresas destinem parte dos seus tributos para apoiar projetos sociais, culturais, esportivos e de saúde, sem aumento de custos. Além de um benefício fiscal, elas representam uma oportunidade concreta de alinhar o investimento social privado à estratégia de um negócio, gerando impacto positivo e fortalecendo a agenda ESG.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Para ajudar nossos clientes e seguidores a entender como aproveitar esses mecanismos na prática, a BHub firmou uma parceria com a Incentiv &#8211; a maior plataforma em soluções para Leis de Incentivo de Renúncia Fiscal no Brasil. O objetivo dessa conexão é ampliar o acesso de nossos clientes e parceiros a conteúdos relevantes sobre oportunidades que muitas empresas ainda deixam de aproveitar por falta de informação ou estrutura adequada.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, os especialistas da Incentiv explicam como funcionam as leis de incentivo fiscal, e mostra como sua empresa pode transformar uma obrigação fiscal em investimentos, sem gastar a mais do orçamento e gerando benefícios tanto para o negócio quanto para a comunidade.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Essencialmente, essas leis permitem que pessoas físicas e jurídicas destinem uma parcela do imposto que já seria pago ao governo para apoiar projetos previamente aprovados pelo poder público. Na prática, isso significa que, em vez de recolher 100% dos tributos, empresas podem direcionar uma porcentagem para iniciativas que promovem transformação social.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Esses instrumentos de fomento fiscal existem em diferentes níveis governamentais, ampliando as possibilidades de atuação das empresas. As leis se dividem em três esferas: Federal, Estadual e Municipal, o que permite às empresas estruturar uma estratégia de investimento social mais abrangente e territorializada, combinando diferentes incentivos conforme seus objetivos, presença geográfica e prioridades de impacto.</span></p><h2><b>Lei Rouanet </b></h2><p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://incentiv.me/blog/2026/03/13/instrucao-normativa-minc-no-29-2026/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">Lei de Incentivo à Cultura</span></a><span style="font-weight: 400;"> permite que empresas destinem parte do Imposto de Renda devido para o apoio a projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura. É um dos mecanismos mais conhecidos e abrange iniciativas como espetáculos, exposições, festivais, patrimônio cultural e formação artística.</span></p><h2><b>Lei de Incentivo ao Esporte</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Possibilita o direcionamento de parte do IR para projetos esportivos e paradesportivos, promovendo inclusão social, saúde e desenvolvimento por meio do esporte, tanto em iniciativas educacionais quanto de alto rendimento.</span></p><h2><b>Lei de Incentivo à Reciclagem</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Permite que empresas destinem parte do Imposto de Renda para projetos voltados à cadeia da reciclagem, promovendo inclusão de cooperativas, gestão de resíduos e economia circular. Além do impacto ambiental, a </span><a href="https://incentiv.me/blog/2024/07/18/lei-de-incentivo-a-reciclagem/"><span style="font-weight: 400;">Lei de Incentivo à Reciclagem </span></a><span style="font-weight: 400;">fortalece a geração de renda e contribui para as metas ESG.</span></p><h2><b>Fundo da Infância e Adolescência</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://incentiv.me/blog/2021/10/28/fundo-da-infancia-e-adolescencia-5-pontos-importantes/"><span style="font-weight: 400;">FIA</span></a><span style="font-weight: 400;"> viabiliza a destinação de recursos para fundos que financiam projetos voltados à proteção, desenvolvimento e garantia de direitos de crianças e adolescentes, com gestão realizada por conselhos municipais, estaduais ou nacionais.</span></p><h2><b>Fundo do Idoso</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://incentiv.me/blog/2025/11/17/fundo-do-idoso-o-que-e-e-como-funciona/"><span style="font-weight: 400;">Fundo da Pessoa Idosa</span></a><span style="font-weight: 400;">  possibilita o apoio a iniciativas que promovem a qualidade de vida, autonomia e direitos da população idosa, com recursos destinados a fundos geridos por conselhos específicos.</span></p><h2><b>PRONAS E PRONON</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://incentiv.me/blog/2025/11/18/pronas-e-pronon-como-empresas-podem-usar-o-incentivo-fiscal-para-a-saude/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência </span></a><span style="font-weight: 400;">possibilita o investimento em projetos que ampliam e qualificam o atendimento à pessoa com deficiência, incluindo reabilitação, prevenção e inclusão social.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Já o Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica é voltado ao apoio a projetos voltados à prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, além de ações de pesquisa e capacitação na área oncológica.</span></p><h2><b>PROMAC</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Na cidade de São Paulo, o </span><a href="https://incentiv.me/blog/2026/04/01/promac-2026-confira-as-principais-mudancas/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais</span></a><span style="font-weight: 400;"> tem foco em ISS e IPTU, incentivando projetos que impactam diretamente a comunidade local com foco em iniciativas culturais com alto potencial de impacto.</span></p><h1><b>Quem pode utilizar?</b></h1><p><span style="font-weight: 400;">De forma geral, podem utilizar as leis de incentivo:</span></p><ul><li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Empresas tributadas pelo Lucro Real – as principais beneficiárias dos mecanismos federais e podem destinar até uma porcentagem do Imposto de Renda devido (como até 9% do IRPJ em alguns casos, considerando diferentes mecanismos);</span></li><li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Empresas tributadas pelo Lucro Presumido ou Simples Nacional – possuem acesso mais restrito, mas ainda podem participar por meio de leis estaduais e municipais, dependendo da regulamentação local;</span></li><li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pessoas físicas – também podem destinar parte do seu Imposto de Renda para projetos incentivados.</span></li></ul><h1><b>Por que as empresas estão apostando no impacto dos impostos?</b></h1><p><span style="font-weight: 400;">O uso das leis de incentivo tem evoluído de uma ação pontual para uma prática estratégica dentro das empresas, especialmente quando o assunto é </span><a href="https://incentiv.me/blog/2025/07/09/por-onde-comecar-5-passos-para-empresas-iniciarem-o-investimento-social-privado-com-proposito/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">investimento social privado</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://incentiv.me/blog/2025/05/26/leis-de-incentivo-e-esg/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">diretrizes ESG</span></a><span style="font-weight: 400;">. Entre os principais motivos estão:</span></p><h2><b>Otimização fiscal inteligente</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Proporciona o direcionamento de parte dos impostos devidos da empresa para projetos sociais, culturais e esportivos, transformando uma obrigação fiscal em investimento com retorno reputacional e de impacto com planejamento, previsibilidade e conformidade.</span></p><h2><b>Fortalecimento da marca</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Ao associar sua imagem a iniciativas de impacto positivo, o negócio amplia sua reputação institucional, reforça seu posicionamento e gera valor percebido junto a clientes, parceiros e à sociedade.</span></p><h2><b>Engajamento de colaboradores</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">Projetos incentivados, especialmente quando conectados ao território da empresa, aumentam o senso de pertencimento e orgulho dos colaboradores, que passam a enxergar de forma concreta o impacto gerado pela organização.</span></p><h2><b>Atuação territorial</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">As leis permitem investir diretamente nas regiões onde a empresa está presente, fortalecendo o relacionamento com a comunidade local, contribuindo para o desenvolvimento do entorno e gerando impacto mais tangível.</span></p><h2><b>Alinhamento com ESG</b></h2><p><span style="font-weight: 400;">O uso estruturado das leis de incentivo contribui diretamente para as agendas ambiental, social e de governança, apoiando metas e </span><a href="https://incentiv.me/blog/2025/05/26/leis-de-incentivo-e-esg/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">indicadores ESG</span></a><span style="font-weight: 400;"> com iniciativas rastreáveis, mensuráveis e alinhadas à estratégia do negócio.</span></p><h1><b>Mais do que Renúncia Fiscal, estratégia</b></h1><p><span style="font-weight: 400;">Quando bem estruturadas, as leis de incentivo deixam de ser apenas um benefício fiscal e passam a integrar o planejamento do negócio. Com apoio de uma </span><a href="http://app.incentiv.live?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV%20?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV%20?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV%20?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV%20?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">plataforma de investimento</span></a><span style="font-weight: 400;"> e ferramentas de </span><a href="https://incentiv.me/blog/2026/01/07/editais-e-chamadas-incentiv/?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">editais e chamadas</span></a><span style="font-weight: 400;">, empresas apostam na previsibilidade, governança e inteligência na hora da tomada de decisão.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="http://incentiv.me?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">Incentiv</span></a><span style="font-weight: 400;"> é a parceira estratégica que conecta empresas a projetos de impacto por meio de uma plataforma completa de gestão de investimento social incentivado. Com tecnologia exclusiva, curadoria qualificada e acompanhamento em todas as etapas, a Incentiv simplifica a jornada e garante segurança, compliance e monitoramento de resultados. </span></p><p><span style="font-weight: 400;">Mais do que destinar recursos, trata-se de direcionar impacto e fortalecer a agenda ESG, gerando valor institucional e ampliando o investimento social privado.</span></p><p><span style="font-weight: 400;">Quer entender como aplicar as leis de incentivo de forma estratégica na sua empresa? </span></p><p><span style="font-weight: 400;">Simule agora o potencial de investimento com a </span><a href="http://app.incentiv.live?utm_source=BHUB&amp;utm_medium=Blog_Bhub&amp;utm_campaign=BHUB_INCENTIV"><span style="font-weight: 400;">Calculadora de Potencial da Incentiv</span></a><span style="font-weight: 400;"> e tenha uma estimativa precisa, ágil e conectada aos dados do seu negócio.</span></p>								</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: o impacto será diferente para cada negócio</title>
		<link>https://bhub.com/post/reforma-tributaria-impacto-diferente-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária já entrou em fase de transição. Embora muitas empresas ainda aguardem definições futuras, os efeitos começam a aparecer desde agora. Ainda assim, existe um erro comum: acreditar que todas as empresas sentirão os mesmos impactos. Na realidade, o impacto da Reforma Tributária nas empresas tende a variar conforme estrutura operacional, modelo financeiro, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária já entrou em fase de transição. Embora muitas empresas ainda aguardem definições futuras, os efeitos começam a aparecer desde agora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, existe um erro comum: acreditar que todas as empresas sentirão os mesmos impactos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na realidade, o impacto da Reforma Tributária nas empresas tende a variar conforme estrutura operacional, modelo financeiro, qualidade dos dados internos e capacidade de adaptação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, negócios aparentemente semelhantes podem ter resultados completamente diferentes diante da mesma regra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto alguns ganham previsibilidade e eficiência, outros podem enfrentar pressão no caixa, dificuldade de precificação e aumento de risco operacional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O erro mais comum ao analisar o impacto da Reforma Tributária</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte das análises ainda se concentra apenas em alíquotas, tributos substituídos e aspectos jurídicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses pontos importam. No entanto, eles não explicam sozinhos o efeito real no negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto da Reforma Tributária também depende de como a operação funciona no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, depende de como a empresa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>registra receitas e despesas;</li>



<li>controla documentos fiscais;</li>



<li>organiza cadastros;</li>



<li>integra áreas internas;</li>



<li>acompanha margens;</li>



<li>interpreta números gerenciais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando essa base não está organizada, qualquer mudança regulatória aumenta a complexidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por que o impacto da Reforma Tributária nas empresas não será igual entre negócios semelhantes</h3>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="6153" src="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/04/student-home-taking-notes-while-watching-presentation-closeup-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-6153" srcset="https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/04/student-home-taking-notes-while-watching-presentation-closeup-1024x683.jpg 1024w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/04/student-home-taking-notes-while-watching-presentation-closeup-300x200.jpg 300w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/04/student-home-taking-notes-while-watching-presentation-closeup-768x512.jpg 768w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/04/student-home-taking-notes-while-watching-presentation-closeup-1536x1024.jpg 1536w, https://bhub.com/wp-content/uploads/2026/04/student-home-taking-notes-while-watching-presentation-closeup-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Duas empresas podem atuar no mesmo setor, vender para públicos parecidos e ter faturamento próximo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, o efeito da Reforma Tributária pode ser diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque a diferença não está apenas no valor do tributo, mas na forma como cada empresa sustenta sua operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que contam com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>processos consistentes,</li>



<li>dados confiáveis,</li>



<li>integração entre financeiro e fiscal,</li>



<li>visão gerencial estruturada,</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">costumam reagir com mais segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, empresas que operam com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>controles paralelos,</li>



<li>retrabalho,</li>



<li>informações fragmentadas,</li>



<li>decisões baseadas em percepção,</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">tendem a enfrentar mais dificuldade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a mesma regra pode gerar consequências distintas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Onde o impacto da Reforma Tributária começa a aparecer primeiro</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, o primeiro efeito não surge no jurídico nem no contábil. Ele aparece no caixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças ligadas a crédito tributário, custo operacional, prazo de recolhimento e precificação podem afetar diretamente a rotina financeira. Como consequência, algumas empresas percebem rapidamente maior necessidade de capital de giro, pressão sobre margens e dificuldade de repassar preços sem comprometer competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o impacto também pode surgir na previsibilidade. Quando faltam indicadores consistentes, decisões importantes passam a ser tomadas com menos clareza e mais demora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação costuma sentir reflexos logo em seguida. Processos que já funcionavam no limite tendem a sofrer mais quando novas exigências fiscais entram em cena.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como o impacto da Reforma Tributária nas empresas alcança a rotina fiscal e operacional</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança não se limita ao valor do imposto. Ela também exige nova disciplina operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>parametrização de sistemas;</li>



<li>cadastros atualizados;</li>



<li>conferência de créditos;</li>



<li>conciliações mais precisas;</li>



<li>integração entre áreas;</li>



<li>emissão correta de documentos fiscais.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a rotina administrativa tende a ganhar mais peso estratégico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O ponto de virada: não é apenas um tema fiscal</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esse costuma ser o momento em que muitas lideranças percebem a dimensão real da mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária não impacta somente a área fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela influencia crescimento, caixa, margem, velocidade de decisão, planejamento e competitividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a empresa não possui clareza sobre os próprios números, qualquer alteração regulatória amplia a insegurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, o tema deixa de ser operacional e passa a ser estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sua empresa ainda não tem visibilidade clara sobre caixa, margens ou exposição operacional diante da transição tributária, talvez seja o momento de <a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=reforma-tributaria&amp;utm_campaign=cluster-blog&amp;utm_term=blog-reforma&amp;utm_content=lp-cliente" target="_blank" rel="noopener">falar com nossos especialistas</a> e revisar se a estrutura atual acompanha a complexidade do negócio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estrutura organizada reduz improviso e aumenta previsibilidade</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que atravessam mudanças relevantes com mais segurança não são necessariamente as maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, são as mais estruturadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa operar com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>processos definidos;</li>



<li>dados confiáveis;</li>



<li>integração entre áreas;</li>



<li>indicadores atualizados;</li>



<li>leitura financeira consistente.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando essa base existe, a empresa reage com mais rapidez e toma decisões melhores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, consegue transformar mudança regulatória em vantagem competitiva.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O impacto da Reforma Tributária nas empresas será diferente para quem se prepara</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Reforma Tributária tende a criar cenários distintos entre empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não apenas pela regra, mas pelo nível de preparo de cada uma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Negócios que entendem sua operação, acompanham indicadores relevantes e corrigem gargalos com antecedência tendem a atravessar esse cenário com mais segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já empresas que operam no improviso podem sentir a pressão tarde demais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se sua empresa busca mais clareza para enfrentar esse novo contexto, <a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=reforma-tributaria&amp;utm_campaign=cluster-blog&amp;utm_term=blog-reforma&amp;utm_content=lp-cliente" target="_blank" rel="noopener">fale com nossos especialistas</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><b>FAQ &#8211; Perguntas frequentes</b></h3>



<h4 class="wp-block-heading"><b>1. A Reforma Tributária afeta todas as empresas da mesma forma?</b></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Não. O impacto varia conforme setor, margem, modelo operacional, estrutura financeira e capacidade de gestão.</span></p>



<h4 class="wp-block-heading"><b>2. Qual área costuma sentir primeiro os efeitos da Reforma Tributária?</b></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Em muitos casos, caixa, precificação e rotina operacional sentem os efeitos antes mesmo de mudanças percebidas no fiscal.</span></p>



<h4 class="wp-block-heading"><b>3. Pequenas empresas também serão impactadas?</b></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Sim. Mesmo empresas menores podem sentir mudanças em preço, fluxo de caixa, fornecedores e processos internos.</span></p>



<h4 class="wp-block-heading"><b>4. Como saber se minha empresa está preparada?</b></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">O ideal é revisar processos, dados financeiros, integração entre áreas e exposição tributária atual.</span></p>



<h4 class="wp-block-heading"><b>5. Vale esperar para agir mais perto da transição completa?</b></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Esperar pode reduzir tempo de adaptação e aumentar decisões emergenciais. Empresas preparadas costumam reagir melhor.</span></p>
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		<title>Reforma Tributária e Lucro Presumido: o que muda na prática para a sua empresa</title>
		<link>https://bhub.com/post/reforma-tributaria-lucro-presumido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patricia Caparra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 11:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[lucro presumido]]></category>
		<category><![CDATA[regime tributario]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se sua empresa está no Lucro Presumido, a Reforma Tributária também vai impactar a sua operação. As mudanças têm características diferentes das que afetam o Lucro Real, mas isso não significa que podem ser deixadas para depois. Dependendo do setor e do perfil das operações, o impacto pode ser relevante &#8211; tanto na carga tributária [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-weight: 400;">Se sua empresa está no Lucro Presumido, a Reforma Tributária também vai impactar a sua operação. As mudanças têm características diferentes das que afetam o Lucro Real, mas isso não significa que podem ser deixadas para depois. Dependendo do setor e do perfil das operações, o impacto pode ser relevante &#8211; tanto na carga tributária quanto na forma de apurar e controlar impostos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, explicamos o que a reforma tributária no Lucro Presumido muda na prática, quais os pontos que merecem mais atenção e o que sua empresa já pode começar a fazer.</span></p>
<h2><b>O que é a Reforma Tributária, em resumo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma aprovada em 2023 substitui cinco tributos &#8211; PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS &#8211; por dois novos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Além deles, entra em cena o IS (Imposto Seletivo), voltado a produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transição é gradual. O período de convivência entre o sistema atual e o novo vai de 2026 a 2032, com o encerramento completo do modelo antigo previsto para 2033. Para entender o cenário com mais profundidade, vale conferir nosso</span><a href="https://bhub.com/post/reforma-tributaria-como-preparar-sua-empresa/"> <span style="font-weight: 400;">guia completo da Reforma Tributária</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>O que a reforma tributária no Lucro Presumido muda na prática</b></h2>
<h3><b>A lógica de apuração muda</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No Lucro Presumido, as empresas recolhem PIS e Cofins no regime cumulativo, sem aproveitar créditos. Com a chegada da CBS, essa lógica se altera: a nova contribuição adota a não cumulatividade por padrão, o que permite que as empresas aproveitem créditos em toda a cadeia produtiva &#8211; ou seja, para PIS e COFINS, não haverá mais diferença entre uma empresa que opta pelo Lucro Real e a que opta pelo Lucro Presumido</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para muitas empresas, essa mudança parece positiva à primeira vista. Na prática, porém, ela exige que os processos de controle fiscal se adaptem &#8211; e o que hoje funciona de forma mais simples passa a exigir mais estrutura de registro e acompanhamento.</span></p>
<h3><b>A carga tributária pode mudar</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As alíquotas combinadas de IBS e CBS vão variar por setor. Para algumas atividades, a carga total tende a cair. Para outras, pode subir. Por isso, não é possível assumir que a situação atual vai se manter ao longo da transição &#8211; cada empresa precisa simular seu próprio cenário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas de serviços merecem atenção especial nesse sentido. Hoje, muitos serviços recolhem ISS com alíquotas que variam de 2% a 5% dependendo do município. Com o IBS, a tributação passa a ocorrer no destino e com alíquotas unificadas, o que pode representar um aumento relevante de carga para determinadas atividades.</span></p>
<h3><b>Operações com outros estados</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O ICMS sempre gerou complexidade para empresas que vendem entre estados. Com a unificação no IBS e a adoção da tributação no destino, essa dinâmica se transforma. Por isso, para quem opera em múltiplos estados, entender como essa mudança afeta preços, margens e competitividade é parte essencial do planejamento para os próximos anos.</span></p>
<h3><b>Benefícios fiscais têm prazo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Se sua empresa usufrui de algum benefício fiscal estadual ou federal, vale verificar se ele tem prazo de encerramento dentro do calendário da Reforma. Afinal, muitos incentivos existentes serão extintos ao longo da transição &#8211; e quem depende deles para manter a competitividade precisa antecipar esse cenário no planejamento.</span></p>
<h2><b>O que acontece durante a transição (2026-2032)</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre 2026 e 2032, sua empresa vai conviver com dois sistemas tributários ao mesmo tempo. Para quem está no Lucro Presumido, isso significa emitir documentos fiscais contemplando os tributos antigos e os novos, adaptar os sistemas de gestão para lidar com as duas lógicas simultaneamente, monitorar as alíquotas do IBS que estados e municípios vão definindo progressivamente, e revisar a precificação à medida que a carga efetiva for se alterando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, vale lembrar que esse processo também afeta o capital de giro da empresa. Entenda como</span><a href="https://bhub.com/post/capital-de-giro-nas-empresas-impacto-ibs-cbs/"> <span style="font-weight: 400;">IBS e CBS impactam o fluxo de caixa das empresas</span></a><span style="font-weight: 400;"> durante a transição.</span></p>
<h2><b>O que fazer agora: planejamento tributário para o Lucro Presumido</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma ainda está em fase de regulamentação em alguns aspectos, mas aguardar para agir é um erro. Decisões de precificação, estrutura operacional e revisão de contratos precisam de antecedência &#8211; porque os efeitos da transição chegam antes de 2033.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo é calcular a carga tributária atual sobre as principais operações da empresa e simular como ela se comporta com a nova estrutura de IBS e CBS. Em paralelo, a empresa deve verificar se há benefícios fiscais vigentes com prazo de encerramento, avaliar contratos com clientes e fornecedores que a mudança de carga pode afetar, e garantir que o sistema de gestão fiscal já está se preparando para operar com os dois modelos ao mesmo tempo.</span></p>
<h2><b>Prepare sua empresa antes que a transição chegue até você</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Reforma Tributária já está em curso. Quanto antes sua empresa mapear os impactos específicos para o Lucro Presumido, mais tempo terá para tomar decisões estratégicas com segurança &#8211; em vez de reagir às mudanças quando elas já estiverem afetando resultado e margem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A BHub tem um time especializado em Reforma Tributária pronto para analisar o impacto no seu negócio: da simulação de carga tributária à revisão de contratos e adequação de sistemas.</span></p>
<p><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=artigo-reforma-tribut%C3%A1ria-lucro-presumido&amp;utm_campaign=blog-reforma-tributaria&amp;utm_term=blog-reforma&amp;utm_content=lp-cliente"><b>Fale com um especialista da BHub</b></a><b> e entenda o que muda para a sua empresa.</b></p>
<h2><b>&#x1f50e; Observação institucional</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Este conteúdo reflete o entendimento da legislação vigente no momento da publicação e pode sofrer alterações. Portanto, em caso de dúvidas, procure um profissional contábil de sua confiança ou fale com nossos especialistas.</span></p><p>O post <a href="https://bhub.com/post/reforma-tributaria-lucro-presumido/">Reforma Tributária e Lucro Presumido: o que muda na prática para a sua empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://bhub.com">BHub</a>.</p>
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		<title>Reforma Tributária e Lucro Real: o que muda na prática para a sua empresa</title>
		<link>https://bhub.com/post/reforma-tributaria-lucro-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patricia Caparra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[lucro real]]></category>
		<category><![CDATA[regime tributario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Reforma Tributária já está em vigor, e para empresas no Lucro Real, o momento exige análise, planejamento e ação, porque as mudanças que estão chegando afetam diretamente a forma como sua empresa apura tributos, precifica produtos e gerencia contratos. Atualmente, esse regime já concentra algumas das obrigações tributárias mais complexas do Brasil. Com a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Reforma Tributária já está em vigor, e para empresas no Lucro Real, o momento exige análise, planejamento e ação, porque as mudanças que estão chegando afetam diretamente a forma como sua empresa apura tributos, precifica produtos e gerencia contratos.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Atualmente, esse regime já concentra algumas das obrigações tributárias mais complexas do Brasil. Com a Reforma, essa complexidade não desaparece, porém muda. E o período de transição, que vai de 2026 a 2032, exige que sua empresa opere com dois sistemas tributários ao mesmo tempo.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Neste artigo, explicamos o que muda na prática, quais são os pontos de maior atenção e o que sua empresa pode começar a fazer agora.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>O que é a Reforma Tributária, em resumo</strong></h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Em 2023, o Brasil aprovou uma das mudanças mais significativas do seu sistema fiscal em décadas. A Reforma Tributária substitui cinco tributos &#8211; PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS &#8211; por dois novos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Além deles, passa a existir o IS (Imposto Seletivo), voltado a produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A transição, no entanto, não acontece de uma vez. O período de convivência entre o sistema atual e o novo vai de 2026 a 2032, com o encerramento completo do modelo antigo previsto para 2033. Isso significa que o impacto chega gradualmente. Tendo isso em vista, as decisões tomadas hoje têm grande peso estratégico.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Para entender o cenário completo, vale conferir nosso <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://bhub.com/post/reforma-tributaria-como-preparar-sua-empresa/">guia completo da Reforma Tributária</a>.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>Por que a Reforma Tributária no Lucro Real exige atenção especial</strong></h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Empresas no Lucro Real costumam ter maior volume de operações, mais fornecedores, mais produtos e, consequentemente, mais variáveis envolvidas na transição. Além disso, são elas que mais utilizam o regime não cumulativo de PIS e Cofins, que representa a parte do sistema que vai mudar com mais profundidade.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O resultado é uma combinação desafiadora: o Lucro Real é o regime que mais tem a ganhar com a Reforma, graças à ampliação do sistema de créditos. Mas também é o que mais tem a perder se a transição for conduzida sem planejamento.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A seguir, veja os principais pontos que merecem atenção.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>5 pontos críticos da Reforma Tributária para empresas no Lucro Real</strong></h2>
<h3 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold"><strong>1. Aproveitamento de créditos</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">No sistema atual, aproveitar créditos de PIS e Cofins no regime não cumulativo é uma tarefa que exige controle rigoroso. Com o IBS e a CBS, a lógica muda: em teoria, qualquer insumo usado na cadeia produtiva passa a gerar crédito, o que representa uma oportunidade relevante para empresas no Lucro Real.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O desafio, porém, está no período de transição. Durante anos, sua empresa precisará controlar créditos de dois sistemas simultaneamente, com regras que coexistem e nem sempre se alinham. Sem estrutura para isso, o risco é perder créditos a que se tem direito ou, em sentido contrário, registrar créditos indevidos e responder por isso no futuro.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold"><strong>2. Revisão de precificação</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A carga tributária efetiva pode mudar para cima ou para baixo dependendo do setor, do perfil de fornecedores e do destino das vendas. Empresas que não revisarem sua precificação ao longo da transição correm o risco de trabalhar com margens distorcidas e, em segmentos mais competitivos, esse tipo de erro compromete o posicionamento no mercado.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold"><strong>3. Operações interestaduais</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O ICMS sempre foi um ponto sensível para quem opera em múltiplos estados. Com a unificação no IBS, a tributação passa a ser no destino e não mais na origem. Essa mudança altera a dinâmica de competição entre empresas de diferentes localizações e pode impactar diretamente o planejamento logístico e comercial.</p>
<h3 class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>4. Contratos de longo prazo</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Contratos fechados com base na carga tributária atual podem não refletir a realidade que se desenha para os próximos anos. A transição tem potencial de alterar o custo real das operações, e acordos que não previram esse cenário podem se tornar deficitários ao longo do tempo. Vale lembrar que o impacto da Reforma também se estende ao capital de giro. Entenda como <a class="underline underline underline-offset-2 decoration-1 decoration-current/40 hover:decoration-current focus:decoration-current" href="https://bhub.com/post/capital-de-giro-nas-empresas-impacto-ibs-cbs/">IBS e CBS afetam o fluxo de caixa das empresas</a>.</p>
<h3 class="text-text-100 mt-2 -mb-1 text-base font-bold"><strong>5. Benefícios fiscais e regimes especiais</strong></h3>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Vários benefícios fiscais estaduais e federais têm prazo de validade dentro da Reforma. Entender quais deles afetam a operação da sua empresa e quando expiram é parte essencial do planejamento tributário. Quem depende de incentivos fiscais para manter a competitividade precisa saber exatamente até quando esses benefícios existem e o que muda depois.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>O que acontece durante a transição (2026–2032)</strong></h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Durante sete anos, sua empresa vai operar com dois sistemas tributários em paralelo. Na prática, isso envolve emitir documentos fiscais contemplando os dois modelos, manter controles separados para créditos de tributos antigos e novos, lidar com fornecedores em estágios diferentes de adaptação e garantir que os sistemas de ERP e gestão fiscal estejam atualizados conforme as novas exigências.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Vale destacar que, segundo dados da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), mais de 80% das empresas no Lucro Real e no Lucro Presumido ainda não finalizaram as parametrizações necessárias nos sistemas de NF-e para atender às exigências em vigor desde janeiro de 2026. A maior parte do mercado ainda está atrasada e isso pode trazer consequências na exposição a riscos fiscais.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>O que fazer agora: planejamento tributário para o Lucro Real</strong></h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Reforma Tributária não é um problema de 2033. As decisões tomadas hoje sobre precificação, contratos e estrutura operacional vão determinar o tamanho do impacto que a transição terá no seu negócio. Por isso, algumas ações já deveriam estar em andamento.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">O primeiro passo é mapear a carga tributária atual e simular o cenário pós-Reforma. Sem esse diagnóstico, qualquer decisão se apoia em premissas que podem não se confirmar. Em paralelo, é importante revisar contratos de longo prazo com cláusulas tributárias &#8211; especialmente aqueles fechados antes de 2023, que provavelmente não contemplam o novo cenário.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Também faz parte desse processo avaliar o impacto nos créditos de PIS/Cofins e a equivalência no novo sistema, verificar benefícios fiscais vigentes e seus prazos de encerramento, e garantir que o ERP e os sistemas de gestão fiscal estejam sendo atualizados. A parametrização correta dos novos tributos já é obrigatória para emissão de NF-e e empresas que ainda não concluíram esse processo estão expostas a riscos.</p>
<h2 class="text-text-100 mt-3 -mb-1 text-[1.125rem] font-bold"><strong>Prepare sua empresa antes que a transição chegue até você</strong></h2>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">A Reforma Tributária já começou. Quanto antes sua empresa mapear os impactos, mais tempo terá para tomar decisões estratégicas. A BHub tem um time pronto para analisar esse impacto no seu negócio. Garanta que a contabilidade da sua empresa estará correta.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong><a href="https://b.bhub.com/lp-site-cliente-final?utm_source=blog&amp;utm_medium=artigo-reforma-tributária-lucro-real&amp;utm_campaign=blog-reforma-tributaria&amp;utm_term=blog-reforma&amp;utm_content=lp-cliente">Fale com um especialista da BHub</a> e entenda o que muda para o seu negócio.</strong></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>&#x1f50e; Observação institucional</strong></h2>
<p>Este conteúdo reflete o entendimento da legislação vigente no momento da publicação e pode sofrer alterações. Portanto, em caso de dúvidas, procure um profissional contábil de sua confiança ou fale com nossos especialistas.</p>
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