Reforma Tributária:
Riscos e Oportunidades.

Entenda o que muda no sistema tributário brasileiro, quais impactos exigem atenção e onde podem surgir vantagens competitivas durante a transição.

A maior transformação do sistema tributário brasileiro em décadas.

A Reforma Tributária substitui tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS por um novo modelo de tributação sobre o consumo, mais unificado e transparente.

O objetivo é reduzir distorções, eliminar a cumulatividade e aumentar a segurança jurídica.

A transição começa em 2026 e seguirá de forma gradual até 2033, exigindo adaptação operacional e planejamento estratégico das empresas.

PRÓXIMA FASE

Tempo até implementação da CBS

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O que muda no modelo
A Reforma substitui tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS por um novo sistema baseado em dois mecanismos principais:

A Contribuição sobre Bens e Serviços substitui tributos federais sobre o consumo, buscando simplificação e maior transparência na cadeia de créditos.

A mudança vai além da troca de siglas. O impacto varia conforme setor, regime tributário e estrutura operacional de cada empresa.

O novo modelo amplia a lógica de crédito ao longo da cadeia e prevê um período de transição com convivência entre sistemas.

As definições detalhadas dependem de regulamentação complementar.

O Imposto sobre Bens e Serviços unifica tributos estaduais e municipais em um modelo com apuração mais padronizada e transição progressiva.

Cronograma de implementação da Reforma Tributária.

A implementação ocorrerá em fases ao longo dos próximos anos. Durante esse período, empresas poderão operar sob regras simultâneas, exigindo ajustes em sistemas, contratos e planejamento financeiro.

2026

Fase de transição

CBS e IBS passam a ser destacados nas notas fiscais com alíquotas de teste, permitindo adaptação de sistemas e processos.

2027/28

Onboarding Início da mudança efetiva

A CBS substitui o PIS e a Cofins. O novo modelo começa a impactar a apuração federal.

2029/32

Execução Fase de testes

ICMS e ISS são reduzidos progressivamente enquanto o IBS ganha participação, exigindo convivência entre os dois sistemas.

2033

Novo sistema em vigor

IBS e CBS passam a ser a base definitiva da tributação sobre o consumo no Brasil.

As etapas e condições dependem de regulamentação complementar e podem sofrer ajustes.

Onde estão os riscos e onde podem surgir ganhos?

A Reforma Tributária tende a redistribuir a carga tributária entre setores e modelos de negócio. Isso significa que o impacto não será uniforme: enquanto algumas estruturas podem se tornar mais onerosas, outras podem ganhar eficiência.

Entre os principais pontos de atenção:

  • Formação de preços
  • Dependência de créditos tributários
  • Cadeia de fornecedores
  • Regime tributário adotado

 

Durante a transição, compreender esses fatores pode reduzir a exposição a riscos e revelar oportunidades que não são evidentes à primeira vista.

PLANO DE AÇÃO

O que sua empresa precisa fazer agora.

A Reforma altera a lógica de crédito e a dinâmica de apuração tributária. Regimes que hoje preservam margem podem ter impacto diferente no novo modelo, exigindo reavaliação financeira e jurídica.

Além disso, sistemas e processos precisarão se adaptar às novas regras de apuração e recolhimento, especialmente com a implementação do split payment e da tributação no destino.

Antecipar essas análises reduz riscos operacionais e melhora a capacidade de adaptação.

Revisão de classificação fiscal (NCMs)

Verifique se os NCMs dos seus produtos estão corretos e atualizados para o novo regime.

Adequação de ERP e sistemas

Prepare seu sistema para calcular CBS/IBS e implementar o split payment.

Análise de contratos de longo prazo

Revise cláusulas tributárias em contratos que ultrapassem 2026 para evitar prejuízos.

Planejamento de fluxo de caixa

Projete o impacto no caixa considerando a mudança de origem para destino.

Mapeamento de benefícios fiscais atuais

Identifique quais incentivos fiscais sua empresa utiliza e como serão afetados.

Treinamento da equipe fiscal

Capacite sua equipe para operar no novo modelo tributário.

Como a BHub apoia sua empresa diante de mudanças tributárias.

Mudanças estruturais exigem mais do que interpretação técnica.
Elas exigem estrutura contábil e financeira integrada.

Contabilidade

BPO Financeiro

Avalie o nível de preparação da sua empresa.

A Reforma Tributária tende a impactar empresas de forma diferente, dependendo do regime, da estrutura operacional e da dependência de créditos.



Criamos um diagnóstico que ajuda a identificar o grau de exposição da sua empresa às mudanças previstas, trazendo uma visão estruturada sobre riscos e pontos de atenção.



É um primeiro passo para compreender como o novo modelo pode afetar sua operação e sua margem.

Acompanhe as atualizações sobre a
Reforma Tributária
.

Publicamos análises e atualizações sempre que novos pontos da regulamentação são definidos, ajudando empresas a acompanhar os impactos no ambiente tributário.

Descubra o impacto da Reforma Tributária no seu negócio.

Com a Calculadora de Impacto da BHub, sua empresa consegue simular rapidamente como a Reforma Tributária vai afetar impostos, margens e fluxo de caixa. Em poucos passos, você visualiza cenários personalizados, identifica riscos e oportunidades, e recebe orientação para tomar decisões estratégicas com segurança e eficiência. É a forma mais prática de se preparar para a transição sem surpresas.

Calculadora de Impacto

BETA

Simule o impacto estimado da reforma tributária na sua empresa com base no seu faturamento e regime atual.

* Esta é uma simulação simplificada. Para análise completa, consulte nossos especialistas.

Estrutura preparada reduz riscos e amplia oportunidades.

A Reforma Tributária tende a impactar empresas de forma diferente, dependendo do regime, da estrutura operacional e da dependência de créditos.



Criamos um diagnóstico que ajuda a identificar o grau de exposição da sua empresa às mudanças previstas, trazendo uma visão estruturada sobre riscos e pontos de atenção.



É um primeiro passo para compreender como o novo modelo pode afetar sua operação e sua margem.

Dúvidas e respostas sobre a
Reforma Tributária
.

Sim. A BHub foi estruturada para atender operações robustas que lidam com alto volume transacional, múltiplas unidades, centros de custo, filiais ou estruturas societárias complexas. Nossa metodologia combina processos rigorosos, tecnologia e especialistas para garantir controle financeiro, conformidade e visão consolidada, mesmo nos cenários mais desafiadores.

A BHub estrutura toda a operação financeira com processos bem definidos, automações, conciliações frequentes e acompanhamento contínuo de indicadores. Isso permite uma visão clara de fluxo de caixa, custos, margens e performance, reduzindo incertezas e apoiando decisões com base em dados confiáveis e atualizados.

Sim. Com a reforma, regimes como Lucro Real, Presumido ou Simples Nacional podem precisar ser recalculados, já que a carga e o aproveitamento de créditos serão diferentes. A BHub ajuda a simular cenários e definir a melhor opção para sua operação.

É preciso revisar processos financeiros e fiscais, atualizar sistemas de ERP, parametrizar alíquotas por destino, simular fluxo de caixa e planejar operações futuras. A preparação antecipada reduz riscos e garante conformidade desde a transição.

Com a lógica do Split Payment, o imposto deve ser segregado e recolhido automaticamente no momento da liquidação financeira. Sistemas de faturamento e compras precisam estar preparados para calcular corretamente CBS e IBS sem travar a operação.

Sim. Atuamos de forma integrada com as áreas internas, como financeiro, jurídico e controladoria, além de nos conectarmos aos ERPs e sistemas existentes. Essa integração garante fluidez de informações, consistência de dados e maior eficiência operacional, sem rupturas nos processos da empresa.

A BHub analisa o modelo de negócios da sua empresa, simula impactos, estrutura processos financeiros e fiscais, parametriza sistemas e acompanha a implementação da reforma, garantindo segurança jurídica e eficiência operacional durante toda a transição.

A implementação é gradual, mas o planejamento precisa começar agora. Empresas que se antecipam conseguem reduzir riscos, evitar surpresas e aproveitar oportunidades tributárias desde o início da transição.

Vamos entender a sua operação.

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